<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864</id><updated>2012-02-03T08:50:40.433Z</updated><title type='text'>Ponte Velha</title><subtitle type='html'>Despretensioso trabalho, que pretende ser de defesa e divulgação da minha terra...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>66</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-181961710843369429</id><published>2006-11-26T21:01:00.000Z</published><updated>2007-03-11T20:15:56.506Z</updated><title type='text'>Recordações de Vizela-António Figueirinhas-Porto 1901</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/1600/251955/Busto-Abilio-Torres-1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/400/718004/Busto-Abilio-Torres-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O EDIFÍCIO DOS BANHOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/1600/200581/Busto-Abilio-Torres.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;"Foi só passado dois dias que eu me resolvi a visitar o edifício dos banhos, como quem apela para uma verdadeira diversão no meio de impressões tão doloridas.&lt;br /&gt;O edifício dos banhos de Vizela é deveras monumental pela sua extensão, pelas comodidades que os banhistas encontram por toda a parte e muito pelo excelente director o sr. dr. Abílio Torres, homem de estatura meã, magro e vivo, que cativa todos que com ele tratam, porque desde logo admiram naquele primo&amp;shy;roso cavalheiro a mais fidalga educação e um verdadeiro talento profissional. Ê um bom na acepção mais lata do termo. O seu nome nunca será esquecido em Vizela porque vive no coração de todos. Os pobres adoram-no.&lt;br /&gt;Percorrendo o vasto corredor que por assim dizer divide o edifício em duas partes completamente iguais, eu não sabia &lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/1600/820795/C.B.V..jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 262px; CURSOR: hand; HEIGHT: 337px" height="329" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/400/434977/C.B.V..jpg" width="239" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;que mais admirar, se a profusão de todos os aprestes indispensáveis, se a divisão perfeita e cómoda dos compartimentos, se o poder das máquinas, a perfeição e solidez das canalizações e além disto um pessoal inteligente, urbano, tratável sempre, e sempre desin&amp;shy;teressado.&lt;br /&gt;É forçoso confessar que no meio das muitas tristezas, se em parte não eram decepções, me fez bem pensar na existência de pessoas tão bondosas como diligentes, muito cônscias dos seus deveres, sem o menor abuso ou a menor irregularidade a man&amp;shy;char-lhes o irrepreensível método de trabalho, que não poucas vezes em casas similares vale quase tanto para os enfermos como a benéfica influência das águas. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/1600/288622/Visita-CB-1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 309px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" height="216" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/400/735722/Visita-CB-1.jpg" width="297" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O edifício dos banhos tem em volta de si um vasto largo arbo&amp;shy;rizado onde eu vim respirar depois da travessia por todas aquelas divisões e instalações e, nesse largo, encostado a uma velha árvore frondente, ainda nos ouvidos as palavras cariciosas e afectuosas do ilustre director mais assentei em que nem tudo no mundo é mau, em que nem sempre a vida é uma série de encruzilhadas sinistras onde só nos aparecem monstros e espectros, finalmente em que através da nuvem de lágrimas que por vezes ensombram a felicidade da terra, se não fulge o sol dum júbilo absoluto, cin&amp;shy;tila docemente o luar duma consolação gostosa e benéfica".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-181961710843369429?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/181961710843369429/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=181961710843369429' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/181961710843369429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/181961710843369429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/11/recordaes-de-vizela-antnio-figueirinhas_26.html' title='Recordações de Vizela-António Figueirinhas-Porto 1901'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-6569920628234884758</id><published>2006-11-18T00:13:00.000Z</published><updated>2006-11-18T00:25:06.336Z</updated><title type='text'>Recordações de Vizela - António Figueirinhas - Porto 1901</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;A Ilha dos Amores&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Fim) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Procuraram, por muito tempo, a princesa, mas debalde, e já o príncipe dava mostras de completo desespero, quando o anão, &lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/1600/412404/Ilha-dos-Amores3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/400/703924/Ilha-dos-Amores3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;sorrindo, observou:&lt;br /&gt;— Só eu a posso descobrir, e contudo, nunca a vi.&lt;br /&gt;— Tu?&lt;br /&gt;— Uma preciosidade dessas não vive em casa, como nós. Há-de viver em algum ignorado paraíso, onde espera um homem que seja bem digno do seu amor.&lt;br /&gt;— És tolo...&lt;br /&gt;— Pois sim. Mas siga-me.&lt;br /&gt;Então o anão subiu às alturas de Barrosas e pôs-se a examinar bem o horizonte.&lt;br /&gt;Momentos depois, exclamou:&lt;br /&gt;— Já sei!&lt;br /&gt;E apontava com o dedo, comovidamente.&lt;br /&gt;— Já sei; é ali, na Ilha dos Amores. Em parte nenhuma, como naquele sítio, a verdura tem uns tons de doce brilho e frescura. É ali. Parece que a oiço falar, ou antes, cantar, como irmã das espumas e das flores, que ela deve de ser.&lt;br /&gt;E desceu, seguido pelo príncipe.&lt;br /&gt;Efectivamente, a princesa lá estava na Ilha dos Amores, pen&amp;shy;teando os seus cabelos d'oiro e cantando tão bem, que a sua voz se confundia com a dos rouxinóis.&lt;br /&gt;E, apenas os avistou, levantou-se vivamente, e com grande alegria, bradou:&lt;br /&gt;— Obrigada, príncipe, obrigada!&lt;br /&gt;Julgou o estrangeiro que o festejava pela sua visita e, assim, renovada a sua vaidade, curvou-se para ela muito desvanecido, mas a bela menina, os olhos muito brilhantes, tomou a mão direita do anão e exclamou: &lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/1600/120194/027.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 243px; CURSOR: hand; HEIGHT: 358px" height="372" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/400/220777/027.jpg" width="249" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;— Obrigada, príncipe, por me trazeres este belo mancebo!&lt;br /&gt;— Como?! rugiu o príncipe, furioso. Chamais belo a este monstro?!&lt;br /&gt;— Belo, encantador, divinal! Veja que grande alma se não lê nestas feições! Que modéstia natural! Que coração delicado e puro!&lt;br /&gt;E a formosa princesa atraiu para si, com transporte, o anão e beijou-o na fronte, com entusiasmo.&lt;br /&gt;O anão estava enleiado e confuso, mal podendo fitá-la, e o príncipe, então, começou a chorar de desespero.&lt;br /&gt;Mas a princesa tantos beijos deu na fronte do pobre anão, que este de repente, cresceu; as faces desenrugaram-se e branquearam; os olhos ganharam uma cor bela e doce; a boca, fez-se graciosa e pura; e uma formosura enorme, finalmente, substituiu, de súbito, tanta miserável hediondez.&lt;br /&gt;Assim formoso, porém, a sua modéstia natural era o que nele continuava a brilhar mais, pelo que a princesa exclamou, trans&amp;shy;portada de alegria:&lt;br /&gt;— Hás-de ser tu o meu esposo!&lt;br /&gt;O príncipe estrangeiro então levou de repente, a mão à espada e, num gesto furioso, fez o sinal de matar o seu rival.&lt;br /&gt;Suplicava-lhe ela que o poupasse, mas ele, cada vez mais cego de furor, não atendeu e levantou a espada à altura da cabeça, despedindo um grande golpe.&lt;br /&gt;— Ai! príncipe!&lt;br /&gt;Este queixume, que foi muito dolorido, soltava-o ela, porque a espada do desesperado fendera, ao mesmo tempo que o anão, a graciosa cabeça da linda menina, e o assassino viu, com espanto, que as suas vítimas ficaram enlaçadas, e, começando a reparar mais, viu ainda que estavam convertidas em plantas.&lt;br /&gt;Veja, meu senhor. São estas duas árvores a que me encosto. Não vê bem esta, forte, grossa, cheia de flores e folhas, enlaçada por esta mais fina, que sobe pela outra acim&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/1600/189992/Ilha-dos-Amores1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/7024/3895/400/849611/Ilha-dos-Amores1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a, muito delicada e perfumada? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pois a árvore mais forte dizem que é o anão, e esta, muito bonita e voluptuosa, a cingir o tronco da companheira, dizem que é a linda princesinha.&lt;br /&gt;Estas árvores também definham, mas logo aparecem na pompa&lt;br /&gt;das folhas e das flores. Os passarinhos fazem aqui os seus ninhos e cantam muito e muito. Agora, o príncipe estrangeiro...&lt;br /&gt;— Morreu de remorsos? perguntei eu, deveras interessado.&lt;br /&gt;— É essa pedra, cheia de musgo, em que o senhor está sentado. Apenas viu os dois, em mudança tão grande, fez-se pedra e ali está defronte das duas árvores, cheia de musgo, fria, como uma coisa desprezível e calada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-6569920628234884758?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/6569920628234884758/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=6569920628234884758' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/6569920628234884758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/6569920628234884758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/11/recordaes-de-vizela-antnio-figueirinhas_18.html' title='Recordações de Vizela - António Figueirinhas - Porto 1901'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-9186206503508313789</id><published>2006-11-17T00:43:00.000Z</published><updated>2006-11-17T00:59:20.152Z</updated><title type='text'>Recordações de Vizela - António Figueirinhas - Porto 1901</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A ILHA DOS AMORES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 389px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px" height="230" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Ilha-dos-Amores.2.jpg" width="367" border="0" /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;…)&lt;/span&gt; Conhece a Ilha dos Amores, aqui de Vizela?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;A Ilha dos Amores é uma das preciosidades mais deliciosas de Vizela.&lt;br /&gt;Ali nota-se a frescura encantadora, em verdes matizes de eterno veludo suave, que parece constantemente orvalhado pelos aljofres mais cintilantes. Fica na baliza do rio navegável, como um braço fantástico à tona de espumas divinas.&lt;br /&gt;Por ali a vegetação é luxuriante e vetusta, tão alto se elevam as copas daquelas árvores alterosas e opulentas, coroadas de miría&amp;shy;des de flores e folhas variegadas, as raízes tenacíssimas e perfurantes, parecendo suster o solo, com os seus mil braços entrecruzados, à tona das águas deslizantes e cantantes.&lt;br /&gt;As sombras daquela pequena floresta sagrada, onde há surpre&amp;shy;sas duma delicadeza subtil, têm caprichos que lembram bosquejos de sonhos muito doces, muito íntimos, cortados de paixões sere&amp;shy;nas e sadias, de emoções vivas, puras, aromáticas, das que vêm do coração à procura de muitos corações generosos.&lt;br /&gt;E, para que nada falte à Ilha dos Amores, lendas adoráveis e na sua maior parte alentadoras, coroam o belo recinto duma carícia meiga e doce.&lt;br /&gt;Uma delas, porém, é triste como os visos da serra que adiante se desenrola, quando despida dos seus floridos atavios.&lt;br /&gt;Contou-ma uma pobre mulher que encontrei na mesma Ilha dos Amores, acocorada ao pé duma árvore gigantesca, na face estampada uma melancolia sugestiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Há de haver cem ou duzentos anos — quem sabe lá bem ao certo? — viveu aqui uma menina muito linda, que era filha, se&amp;shy;gundo diziam, filha bastarda, já se vê, dum rei de Portugal. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Ilha-dos-Amores2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="390" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Ilha-dos-Amores2.jpg" width="272" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dizem que tinha uns olhos tão lindos, tão lindos, que quem a olhasse uma vez, ficava logo escravo da princesinha. Quando sol&amp;shy;tava os cabelos sobre os ombros, o sol fazia-os brilhar tanto, que cegavam. Quando se lhe ouvia a voz, todos tinham vontade de chorar.&lt;br /&gt;— De chorar?&lt;br /&gt;— Porque ficavam bem certos de que não tinham merecimen&amp;shy;tos para agradar a tão bonito rouxinol.&lt;br /&gt;Essa menina, porém, passava entre o povo por ser feiticeira. Até se dizia que já tinha encantado muitas pessoas, convertendo-as em flores, e rios e não sei se estrelas. Coisas do povo, já se vê: mas era o que corria para aí, por toda a gente.&lt;br /&gt;Ora um dia, veio aqui um príncipe estrangeiro, muito lindo e viu-a e amou-a logo. Procurou-a para lhe falar e ela recebeu-o, com agrado, mas, apenas ele lhe disse o muito que a adorava, pôs-se a rir, como uma perdida.&lt;br /&gt;— A princesa ri? estranhou o príncipe.&lt;br /&gt;— Rio. É que o príncipe julga-se muito bonito e é feio como os pecados.&lt;br /&gt;— Eu? murmurou ele despeitado.&lt;br /&gt;— O príncipe é um sapo.&lt;br /&gt;Não gostou o mancebo daquela brincadeira de mau gosto e fez sinal de se retirar.&lt;br /&gt;Ela, porém, deteve-o e disse-lhe tristemente:&lt;br /&gt;— Vê como acertei! Não me convinha para esposo um homem que tem vaidade tão excessiva. Que maior fealdade do que o dema&amp;shy;siado amor próprio?&lt;br /&gt;Meu príncipe: a beleza da alma é a única que tem valor.&lt;br /&gt;E despediu-o, com certo desdém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse tempo vivia em Guimarães um anão muito feio, de olhos estoirados, boca larga e delgada, e cabeça &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/anao.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/anao.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;disforme, cheia de cabelos raros e duros.&lt;br /&gt;Andava o príncipe estrangeiro muito desconsolado pêlos arra&amp;shy;baldes de Guimarães, quando a figura do anão se lhe defrontou...&lt;br /&gt;Riu-se o belo príncipe daquela figura exótica, mas o pigmeu, saudando-o, disse-lhe:&lt;br /&gt;— Deus o salve, senhor príncipe. Que pena ser tão feio!&lt;br /&gt;— És então bonito tu? respondeu o belo moço com duro sarcasmo&lt;br /&gt;— Oh! muito mais belo, porque não tenho orgulho no coração. Sei que sou hediondo e resigno-me com a minha sorte e conten&amp;shy;to-me com o destino que Deus me deu.&lt;br /&gt;— Olha lá — disse o príncipe — conheces uma linda princesa que vive em Vizela?&lt;br /&gt;— Tenho ouvido falar.&lt;br /&gt;— Pois anda daí comigo.&lt;br /&gt;Obedeceu o anão imediatamente. Caminharam, por muito tempo, sem dizerem palavra, até que à entrada de Vizela, o pobre anão perguntou:&lt;br /&gt;— Que vou eu fazer à presença de tal formosura? Ë para vos rirdes de mim?&lt;br /&gt;— Anda daí, respondeu o príncipe secamente. &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;(continua)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-9186206503508313789?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/9186206503508313789/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=9186206503508313789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/9186206503508313789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/9186206503508313789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/11/recordaes-de-vizela-antnio-figueirinhas.html' title='Recordações de Vizela - António Figueirinhas - Porto 1901'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-430517151683865919</id><published>2006-11-13T00:03:00.000Z</published><updated>2006-11-13T00:12:17.394Z</updated><title type='text'>Nomes prá história</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;Dr. JOSÉ PEREIRA REIS&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Villa%20Reis.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Dr.%20P.Reis.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Dr.%20P.Reis.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;O doutor José Pereira Reis, falecido em 1887, foi lente ilustre da Escola Médico-Cirúrgica do Porto, publicista distinto e clínico abalizado.&lt;br /&gt;A sua clientela era constituída pelas melhores famílias do Porto, que muito o apreciavam, não só pelo seu saber, como pelas suas maneiras afá&amp;shy;veis, pelo seu bom humor e pela sua graça genui&amp;shy;namente portuguesa.&lt;br /&gt;De aspecto ordinariamente fleumático, só se entusiasmava, a bem dizer, quando lhe era dado proclamar as excelências das águas de Vizela.&lt;br /&gt;Então, era velo falar alto, gesticular, para melhor acentuar o significado das suas afirmações laudatórias.&lt;br /&gt;Todos sabiam que para o doutor José Pereira Reis, as águas de Vizela curavam as mais diver&amp;shy;sas enfermidades.&lt;br /&gt;A ele alude Pedro Ivo, num gracioso conto, com o título «A Mosca», publicado em «O Comércio do Porto», em 1874.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lê-se nessa obra literária o seguinte trecho:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«Bom médico e boa pessoa... um pouco absoluto em certas coisas como medico... Por exemplo, nos artigos dieta e Vizela, intolerante. A gente da terra ainda nem sequer pensou no que lhe deve. Só ele, à sua parte, tem feito ir a Vizela mais gente do que todos os outros médicos reuni&amp;shy;dos. Vizela é a sua ideia fixa, o seu amor e quase se pode dizer a sua filha, pois, se ela mais não tem medrado, não é por culpa dele... E ele tem razão... Quem cá vem nunca se arrepende».&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Villa%20Reis.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Villa%20Reis.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sobejos motivos tem, pois, Vizela para ser grata à memória do Dr. José Pereira Reis.&lt;br /&gt;Inscreveu-lhe o nome numa das suas ruas. Cumpriu, simplesmente, um dever.&lt;br /&gt;Vizela tem tido grandes e dedicados amigos. O Dr. Pereira Reis foi, sem dúvida, dos maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Janeiro, 1929.&lt;br /&gt;Bento Carqueja&lt;br /&gt;Professor da Universidade do Porto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 1881 formou-se uma comissão médica, que teve o Dr. José Pereira Reis, como presidente, a fim de aconselhar a direcção da Companhia de Banhos de Vizela em tudo que dissesse respeito à organização do serviço médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vimos já, o Dr. Pereira Reis, foi uma figura importante na história de Vizela e pena é que a moradia onde viveu esteja em ruína eminente, como se pode ver na foto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-430517151683865919?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/430517151683865919/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=430517151683865919' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/430517151683865919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/430517151683865919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/11/nomes-pr-histria_13.html' title='Nomes prá história'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-9201307257589651535</id><published>2006-11-05T17:48:00.000Z</published><updated>2006-11-05T18:09:52.026Z</updated><title type='text'>Nomes prá história</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;José Joaquim da Silva Pereira Caldas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Dr.-Jos?-Pereira-Caldas.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Dr.-Jos%3F-Pereira-Caldas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nascido na freguesia de S. Miguel a 26 de Janeiro de 1918, José Joaquim da Silva Pereira Caldas, filho de António Pereira da Silva e de Maria José Alvares, foi provavelmente um dos maiores filhos de Vizela, do Século XIX.&lt;br /&gt;Deixou-nos um longo e valioso acervo bibliográfico (que pode ser consultado na Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães), profusamente descrito no Dicionário Bibliográfico de Innocencio Francisco da Silva, além da sua completa e extensa biografia, sendo de ressalvar as seguintes obras: Bosquejo noticioso sobre Caminhos de Ferro. Vila Verde, 1898; Carta etymologica ao Distincto Jornalista Democrata João Chagas. Braga, 1891; Cartas do Professar Pereira Caldas do Lyceu Nacional Bracarense ao antigo discípulo mathematico Candido de Figueiredo. Braga, 1874; Culto das águas. Braga, 1881; Datas romanas e datas vulgares. Braga, 1886; Exposição crítica do processo do julgamento de Jesus Christo. Braga, 1855; Felicitação pelas Victorias Pátrias Africanas. Braga, 1896; Homenagem a Camões. Braga, 1883; Homenagens Centonicas em versas de Camões. Braga, 1884; Indiculo genérico das virtudes curativos das aguas sulphurosas das Caldas de Visella. Braga, 1854; No centenário do Marquez de Pombal. Braga, 1882; Noções therapeuticas sabre o uso e abuso das aguas sulphurosas. Porto, 1852; &lt;span style="color:#003300;"&gt;Notícia Archeológica das Caldas de Vizela.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#003300;"&gt;Guimarães, 1852;&lt;/span&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/100.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/100.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Noticia Archealogica das Caldas de&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Visella.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Braga, 1853;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; Noticia topographica das Caldas das Taipas. Braga, 1854; Numisma Celtiberico. Braga, 1901. Proposta justificada para novos compêndios no curso mathematico na Liceu de Braga. Braga, 1890; Tábuas simplíssimas de Logarithmos. Braga, 1855. Uma inscripção romana de Caria de Lamego. Braga, 1883: Versão interlinear da Historia Romana. Braga, 1853; Versão latina do Soneto de Camões — Alma minha gentil, que te par&amp;shy;tiste. Braga, 1890; Vindicação da prioridade do fabrico de papel com massa de madeira. Braga, 1867. Esta última obra surge como, resposta à pretensão de alemães e franceses chamarem a si a glória do invento da fabricação de papel partir de pasta vegetal., que como já foi dito num outro artigo, este é um invento de que Vizela se pode orgulhosamente ufanar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Joaquim Pereira Caldas era íntimo de Francisco Martins Sarmento e são inúmeras as cartas trocando ideias, solicitando conselhos e dando alvitres, sobre os mais variados assuntos, que os dois arqueólogos trocaram entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um distinto professor de matemática, filosofia e medicina, tendo sido sócio honorário de diversas instituições e academias, sendo sócio correspondente em muitas outras academias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-9201307257589651535?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/9201307257589651535/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=9201307257589651535' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/9201307257589651535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/9201307257589651535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/11/nomes-pr-histria.html' title='Nomes prá história'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-5248456825694761910</id><published>2006-10-31T09:06:00.000Z</published><updated>2006-10-31T09:14:35.521Z</updated><title type='text'>Nomes prá história</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Prof. &lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 262px; CURSOR: hand; HEIGHT: 362px" height="376" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Xico-Costa1.jpg" width="279" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Francisco Armindo Pereira da Costa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Francisco Armindo Pereira da Costa foi um homem que sempre se dedicou à sua terra, de alma e coração.&lt;br /&gt;Nasceu no dia 15 de Março de 1906 e faleceu a 3 de Outubro de 1982 e era filho do professor, Domin&amp;shy;gos da Costa e de D. Idalina Pereira da Costa, também professora primária.&lt;br /&gt;O seu real talento nunca foi apro&amp;shy;veitado, muito devido aos seus ideais políticos. Era homem de «antes quebrar que torcer» e jamais aceita&amp;shy;ria, fosse o que fosse, para trair os seus ideais, &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Xico-Costa.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="367" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Xico-Costa.jpg" width="246" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;mesmo com prejuízo da sua vida social, pois sempre optou por renunciar ao que lhe queimava as mãos e, até a ajuda dos seus amigos nos momentos difíceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ensaiador, actor e criador, de fabulosas peças teatrais que eram apresentadas no antigo Cine Parque, em Salões Paroquiais e até na Casa do povo, criando um grupo Cénico de prestígio.&lt;br /&gt;Mas a sua grande luta e o seu maior empenho era trazer à luz do dia a história da sua terra natal, desde a época anterior à romanização até aos dias de hoje, dedicando-se afincadamente, à pesquisa de vestígios arqueológicos, que não foram devidamente acautelados pela então Câmara de Guimarães,&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Poesias-B.C..jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/320/Poesias-B.C..jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; a exemplo daquilo que, anos mais tarde, foi feito na Praça da Republica, com muitos dos azulejos que atestam a presença romana na nossa terra…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ele se&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Ad.-Perpetuam.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="292" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/320/Ad.-Perpetuam.jpg" width="213" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; deve a descoberta da Cista de S. Bento, sepultura celtibérica que se encontra na montanha sagrada de S. Bento a que, erradamente, se atribui origem romana…&lt;br /&gt;Foi fundador do Notícias de Vizela, jornal do qual foi durante muito tempo o seu único redactor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicou a sua obra-prima (1965) “Ad. Perpetuam”, utilizando o seu pseudónimo de sempre: Júlio Damas, obra importante na história e para a história de Vizela (era necessário fazer uma nova edição desta obra, pelo seu valor histórico…), “Vizela, Tagilde e S. Gonçalo”, (1970) obra importante para conhecermos a história do santo casamenteiro. Publicou ainda “O filho do Bombeiro”, “Poesias de Bráulio Caldas”. A morte não o deixou terminar duas das obras que tinha em preparação: uma biografia sobre o Abade de Tagilde e “Tarásia”, uma novela medieval.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-5248456825694761910?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/5248456825694761910/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=5248456825694761910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/5248456825694761910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/5248456825694761910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/nomes-pr-histria_31.html' title='Nomes prá história'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-7511440200558672493</id><published>2006-10-30T08:39:00.000Z</published><updated>2006-10-30T09:04:57.596Z</updated><title type='text'>Nomes prá história</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;António Alves Teixeira, O Vizela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/O-Vizela.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/O-Vizela.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“Um outro artista, com menor representação, infinitamente mais humilde, duma encantadora simpli&amp;shy;cidade, mas possuidor de reais condições para vir a ser um invulgar pintor chamava-se António Alves Teixeira, que pouco depois de ter entrado na antiga Academia Portuense de Belas-Artes e não demorar em ser notado por mestres e condiscípulos, recebeu o cognome de Vizela por justamente ser esta a terra da sua natura&amp;shy;lidade. Dizem os seus raros biógrafos que o moço vizelense viera para o Porto em 1854 iniciar os seus estudos de pintura. Embora aos sete anos de idade (!) tivesse dado mostras de natural e invulgar disposição para as artes, esculpindo em ardósia uma ingénua e delicada figurinha, a verdade é que só aos dezoito deu início aos seus aturados estudos na citada Academia Portuense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito deste artista, es&amp;shy;creveu Manuel Maria Rodrigues - outro minhoto a quem a crítica de arte não poucos serviços ficou de&amp;shy;vendo - as palavras que passo a transcrever do último fascículo da excelente revista «Arte Portuguesa», que em 1882, sob a égide do genial Soares dos Reis e Joaquim de Vasconcelos, teve a colaboração dos nos&amp;shy;sos melhores artistas e escritores:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«&lt;span style="color:#003300;"&gt;António Alves Teixeira, mais conhecido pelo apelido Vizela, nascera em 3 de Junho de 1836 na freguesia de S.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Miguel das Caldas de Vizela, sendo filho de Domingos Alves Teixeira, artífice laborioso, e de Maria Pereira.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; As suas tendências para as belas-artes manifestaram-se em tenra idade, tendo apenas sete anos quando esculpiu em lousa uma pe&amp;shy;quena imagem. Apesar de tão felizes disposições, seus pais desejavam que ele fosse para o Brasil, e nesse intento tinham-lhe conseguido passagem &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Pintura-Sagrada-Vi?tico.jpg"&gt;&lt;/a&gt;em um navio que saia do Porto, quando se lhe deparou aqui um artista, que adivinhando-lhe a vocação, o levou con&amp;shy;s&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Pintura-Sagrada-Vi?tico.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Pintura-Sagrada-Vi%3Ftico.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;igo para Lisboa. Passado tempo, porém, o pequeno artista viu-se obrigado a regressar a casa de seus pais, e estes, convencendo-se afinal de que a melhor carreira que ele podia seguir era a das belas-artes, obtiveram-lhe agasalho nesta cidade para poder frequentar a Academia, onde se matriculou em 1854, sendo sempre o primeiro do seu curso, apesar da falta de recursos pecuniários o obrigarem a prolongar as férias indefi&amp;shy;nidamente, a fim de obter os meios de subsistência por meio de trabalhos que fazia de mera curiosidade, como imagens de madeira, pintura das mesmas, douramentos, etc.».&lt;br /&gt;Mais adiante refere ainda o crítico: &lt;em&gt;«Concluído o curso de pintura, o artista regressou à terra do seu berço onde casou, sendo assaltado no meio de uma vida quase de penúria, pela doença que o matou e que já se havia pronunciado ainda quando estudante. Os seus antigos condiscípulos, sabendo as priva&amp;shy;ções com que lutava, agravadas pela dolorosa enfer&amp;shy;midade que padecia, promoveram-lhe uma subscrição mensal aconselhando-o ao mesmo tempo a que viesse ao Porto para consultar os médicos. Infelizmente os seus sofrimentos recrudesceram, até que no dia 2 de Agosto de 1863 a morte pôs termo aos seus dias e às suas desventuras».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem e enfermo Artista havia apenas dado os primeiros passos na sua auspiciosa carreira, e estes, em vários aspectos, já de certo modo nos asseguravam o valor temperamental de quem tão expressivamente se iniciava. O Pintor mal teve tempo de iniciar uma obra que, pela sua estrutural originalidade, conquis&amp;shy;taria invulgar posição no meio artístico português. Mas a morte, sempre pérfida e inexorável, não per&amp;shy;mitiu que um tão belo temperamento chegasse a completar-se de forma absoluta. Foi uma luz que se extinguiu ao despontar dum admirável e prometedor alvorecer  e a Arte Nacional perdeu uma das suas mais nítidas e valiosas espe&amp;shy;ranças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os meus agradecimentos ao Arnaldo Macedo (&lt;a href="http://www.amac70.blogspot.com/"&gt;www.amac70.blogspot.com/&lt;/a&gt; ) por ter transformado uma simples fotocópia num retrato belíssimo do nosso antepassado. Um abraço amigo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-7511440200558672493?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/7511440200558672493/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=7511440200558672493' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/7511440200558672493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/7511440200558672493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/nomes-pr-histria_30.html' title='Nomes prá história'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-8804296646373170632</id><published>2006-10-29T16:05:00.000Z</published><updated>2006-10-29T16:16:03.796Z</updated><title type='text'>A Furna de Lujó</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993300;"&gt;Santa Maria de Infias&lt;br /&gt;A Furna dos Mouros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Furna2.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/320/Furna2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Furna de Lujó como lhe chamou Martins Sarmento, fica no Monte de Alijó, a poente da primitiva Igreja de Infias, muito pertinho da Capelinha de Santa Ana.&lt;br /&gt;O imaginário dos povos está povoado de lendas e narrativas, em que mouras encantadas e aguerridos combatentes estreitam laços com populações locais e não raras vezes associadas a imensos e incalculáveis tesouros.&lt;br /&gt;A nossa região está carregada dessas lendas que abundam um pouco por todo o lado, em que o pavor dos infernos está sempre de mãos dadas com o sobrenatural.&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Furna.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/320/Furna.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O fiador principal da existência do misterioso povo por este sítio é a «Furna dos Mouros», já hoje conhecida dos arqueólogos por um escrito do nosso amigo, o pro&amp;shy;fessor Pereira Caldas. Tem quatro palmos de largo, o dobro de alto, uns doze de extensão e está aberta no plano vertical dum enorme penedo (que se diria cortado à serra de alto a baixo!) e para uma das suas extremidades. Ë fácil porém de ver que a mão do homem pouco tem a ver com aquilo. Se compararmos a furna com uma porta, seremos bem entendidos, dizendo que a ombreira esquerda apresenta na parte superior uma larga fenda bruta, que a separa do corpo do penedo e é fácil de conhecer então como a furna foi produzida. A mesma convulsão da natureza, que pôde desagregar o que chamamos ombreira, reduziu a maiores ou meno&amp;shy;res estilhaços a parte da rocha, onde hoje vemos a porta, e o homem não fez mais do que extrair os estilhaços, adaptando aquele abrigo a um uso qualquer. Isto, já se vê, na hipótese de que a «Furna dos Mouros» tenha sido utilizada pelo homem. Para o acreditar, não temos outra garantia senão a lenda popular e não é ela das mais próprias a catequizar os incrédulos. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Furna1.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/320/Furna1.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Furna, diz a crença do povo, era a entrada para uma mina subterrânea, que levava a um pequeno ribeiro do vale. Imagina-se que riquezas por ali haverão. Por isso os sonhadores de tesouros vêm periodicamente revolver a terra, que se tem acumulado no pavimento da furna. O alvião (utensílio rural) não deve tardar a encontrar rocha dura; mas os crendeiros (os que acreditam) nem assim perdem a ilusão; levam apenas o desengano de que não tiveram a fortuna de encontrar a comunicação com o subterrâneo, que lá está por baixo.&lt;br /&gt;Temos por certo que a Furna dos Mouros era uma sepultura da mesma espécie e que ela forneceu também algumas antigualhas, cujo préstimo se não percebeu, deixando aos comentadores ampla liberdade para atribuir ao esconderijo a serventia, que melhor lhes pareceu.(…)”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;In – A Furna de Lujó – Dr. Francisco Martins Sarmento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;PS. Sem pedir autorização e sem aviso prévio, um vírus (que não da Gripe das Aves) entrou na minha máquina e lentamente começou a deglutir as suas entranhas. Por pouco chegava ao coração...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Com o meu pedido de desculpas e um abraço aos meus fieis visitantes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Júlio César&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-8804296646373170632?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/8804296646373170632/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=8804296646373170632' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/8804296646373170632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/8804296646373170632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/furna-de-luj.html' title='A Furna de Lujó'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-8966716280182359514</id><published>2006-10-22T15:39:00.000+01:00</published><updated>2006-10-22T15:50:30.552+01:00</updated><title type='text'>Nomes prá história</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Dr.-Braulio-caldas.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Dr.-Braulio-caldas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Dr. Bráulio Caldas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Bráulio Lauro Pereira da Silva Caldas, era filho de António Pereira da Silva Caldas, Professor Primário, e de Francisca Emília Pereira da Silva Cunha.&lt;br /&gt;Nasceu na freguesia de S. Miguel das Caldas de Vizela, em 28 de Março de 1861 e faleceu na mesma freguesia a 17 de Outubro de 1905. Fez os seus estudos liceais em Braga, onde, mais tarde, depois de formado, foi professor no Liceu.&lt;br /&gt;Formou-se em Direito e Teologia na Universidade de Coim&amp;shy;bra, em 1889. Foi advogado distintíssimo, orador fluente e eloquente, poeta admirável, dum lirismo encantador, republicano sincero e leal, bairrista indefectível que tanto amou a sua Terra. Honrou a sua terra com o seu saber, a sua brilhante inteligência e o seu coração de oiro.&lt;br /&gt;Exerceu a advocacia em várias comarcas como Guimarães, Braga, Póvoa de Lanhoso, Santo Tirso, Paços de Ferreira, etc.&lt;br /&gt;Fundou e dirigiu o jornal independente «O Vizelense» de que só tirou 6 números.&lt;br /&gt;O jurisconsulto distingue-se pelo seu talento, o poeta &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;brilhou pelo seu &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Dr.-Braulio-Caldas-...jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Dr.-Braulio-Caldas-...jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;génio, mas o homem comoveu-nos pêlos primores do seu coração afectuoso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A propósito de uma grande discussão em certo tribunal em que o Dr. Bráulio e o célebre jurisconsulto Dr. Afonso Costa eram antagonistas, em certa altura o Dr. Afonso Costa disparou-lhe:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;— V. Ex.ª, Senhor Dr. Bráulio Caldas, dá uma no cravo e outra na ferradura ! &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Bráulio Caldas rapidamente respondeu-lhe serenamente:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;—&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; Tem razão V. Exa., Senhor Dr. Afonso Costa. E sabe qual é a razão? — É que V. Ex.ª não está quieto com o pé!...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Transcrevemos duas quadras escritas por Bráulio Caldas e que se encontravam no seu livro inédito «Estudantinas d'0uturora» que, infelizmente, o poeta não chegou a publicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foge lua envergonhada&lt;br /&gt;Retira-te lá dos céus.&lt;br /&gt;Que os olhos da minha amada&lt;br /&gt;Tem mais brilho do que os teus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tu és tão adorada.&lt;br /&gt;Se tu és assim tão bela,&lt;br /&gt;É porque foste formada&lt;br /&gt;Do brilho dos olhos dela.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-8966716280182359514?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/8966716280182359514/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=8966716280182359514' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/8966716280182359514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/8966716280182359514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/nomes-pr-histria_22.html' title='Nomes prá história'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-4316181941651359941</id><published>2006-10-19T09:48:00.000+01:00</published><updated>2006-10-19T10:10:01.258+01:00</updated><title type='text'>Nomes prà história</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Dr. Abílio da Costa Torres&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Dr.Ab?lio-da-Costa-Torres.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Dr.Ab%3Flio-da-Costa-Torres.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Abílio da Costa Torres, nasceu a 13 de Maio de 1846, em Barrosas, filho de Joaquim da Costa Torres e de cândida Augusta Ferreira de Miranda.&lt;br /&gt;Depois de fazer os primeiros estudos em Braga, rumou até Coimbra, onde cursou medicina, tendo-se formado em 30 de Julho de 1876.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/030-Rua-Abilio-Torres.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Terminado o curso universitário, estabeleceu residência em Vizela, tendo desde logo participado activ&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/030-Rua-Abilio-Torres.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/030-Rua-Abilio-Torres.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;amente em várias organizações de índole social, sendo sócio instalador daquela que viria a s&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/034-Prop.Dr.Ab.Torres.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;er a Real Associação Humanitária dos Bombeiros de Vizela. Foi ainda fundador de uma Banda Filarmónica, que mais tarde iria a&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/034-Prop.Dr.Ab.Torres.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/034-Prop.Dr.Ab.Torres.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;ctuar na cerimónia do chegado do primeiro comboio a Vizela, no dia 31 de Dezembro de 1883.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ainda membro da Comissão Recenseadora de Guimarães, Director Técnico do Estabelecimento Termal e Hidroterapeutico.&lt;br /&gt;Escreveu “As águas sulfurosas de Vizela, estatística médica do estabelecimento termal e hidroterápico de Vizela”, tendo consultório médico no edifício de família, local onde se encontram hoje, os Serviços Locais da Segurança Social.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-4316181941651359941?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/4316181941651359941/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=4316181941651359941' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/4316181941651359941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/4316181941651359941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/nomes-pr-histria.html' title='Nomes prà história'/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-7011749777258766010</id><published>2006-10-16T00:34:00.000+01:00</published><updated>2006-10-16T00:40:46.117+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt; Partilhar - Hospital de Vizela (Fim)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.-escadas.1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Hospital.-escadas.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Estas e outras dúvidas, levou a Misericórdia de Guimarães, a consultar vários famosos advogados, estes em 1882 e a Associação de Advogados de Lisboa, em 1884.&lt;br /&gt;Como em tudo...cada cabeça sua sentença, os advogados solicitados e a própria Associação, deram pareceres diferentes, embora os pareceres dos Drs. Bento Cardoso e Avelino Guimarães mais se ajustassem à ideia do testador que, recordamos, “fundar uma casa de caridade ou misericórdia, nas Caldas de Vizela, a qual deveria ter em vista, de preferência, os pobres necessitados da minha freguesia de Moreira de Cónegos”.&lt;br /&gt;Finalmente e depois de anos de hesitações, consultas e pareceres, a Misericórdia de Guimarães, pressionada por muitos vizelenses ilustres, optou pela construção, em Vizela, dum hospital geral, passando a preocupar-se com a escolha&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.Fund.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Hospital.Fund.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de um local adequado para um estabelecimento desta natureza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Nomeou para o efeito 3 comissões sendo a ultima a dar conta do “recado” e assim, no dia 1 de Maio de 1888, o provedor informou a Mesa, ter já sido feita a escolha do terreno.&lt;br /&gt;Com efeito, uma semana decorrida sobre a sua nomeação, a comissão (3ª), salientava que a sua escolha recaíra no único lugar que lhe pareceu “ reunir todos os requisitos necessários, de higiene, de economia, de situação e comodidade” ou seja o local denominado O Outeiro, situado na linha de demarcação das freguesias de S. João das Caldas, S. Miguel das Caldas e S. Paio de Moreira de Cónegos.&lt;br /&gt;Dizia a comissão: “ o terreno, como convém a edificações desta índole, é moderadamente elevado em relação à bacia em que assenta a população, aberto a todos os ventos, sem contudo ser demasiado exposto, é seco, com subsolo sílico – argiloso, perfeitamente permeável, moderadamente quente, podendo ser fácil e abundantemente provido de agua potável, (...) a situação do terreno, é incontestavelmente a mais bela que possui esta povoação (...) as vantagens, pois, que este local oferece debaixo de todos os pontos de vista que se considere, são de tal ordem e tão evidentes, que o impõem a todos que o observem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E tinha razão a comissão, pois se olharmos, à distância de mais de 100 anos, temos de reconhecer, que o parecer não foi exagerado, porque o local, alcandorado em situação tão privilegiada, ainda hoje nos deslumbra com a contemplação de um surpreendente e alargado panorama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-7011749777258766010?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/7011749777258766010/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=7011749777258766010' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/7011749777258766010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/7011749777258766010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/partilhar-hospital-de-vizela-fim-estas.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-4707100863223609908</id><published>2006-10-12T09:32:00.000+01:00</published><updated>2006-10-12T09:48:30.518+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Partilhar - Hospital de Vizela (IV)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Ant?nio-Francisco-Guimar?es.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Ant%3Fnio-Francisco-Guimar%3Fes.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;(...) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Foi assim, que a notícia do seu falecimento chegou a Portugal e depressa, a Mesa da Santa Casa de Misericórdia de Guimarães tomou conhecimento, se atendermos que, na época, as comunicações se faziam exclusivamente por via marítima. Na sessão de 17 de Agosto de 1873 (um mês, portanto, após o falecimento de António Francisco Guimarães!) e, com base no conhecimento “extra-oficial” do falecimento e do legado, a Mesa da Misericórdia de Guimarães, logo resolveu oficializar a Misericórdia do Rio de Janeiro e de Campinas, pedindo informações e manifestando o desejo de que se pusessem de acordo “neste negócio, os seus comuns e recíprocos interesses (sic) ”&lt;br /&gt;A terça que competiria ao legado feito à Misericórdia de Guimarães, depois de deduzidos os encargos que a oneravam e que foi transferida de Londres, era de 58.483$872 reis em moeda Portuguesa. (que andaria nos tempos que correm, à volta dos 2.500.000 de €uros)&lt;br /&gt;Nunca pensaria, porem, o benemérito testador, que a sua “casa de caridade ou misericórdia”, teria de esperar cerca de 50 anos, para se tornar realidade. 50 anos ??? É verdade, assim aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital-Vizela.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Hospital-Vizela.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.-escadas.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.-escadas.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.-escadas.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.-escadas.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Os termos em que se expressou no seu testamento, acerca do legado para “se fundar uma casa de caridade ou misericórdia nas Caldas de Vizela”, suscitaram dúvidas de interpretação, que foram levantadas pela Misericórdia de Guimarães:&lt;br /&gt;Como seria?&lt;br /&gt;1º - A metade dos lucros para a Misericórdia de Guimarães, era só aqueles que esta agenciasse com a quantia que recebesse ou também com toda que capitalizasse?&lt;br /&gt;2º - Em qualquer das hipóteses, a Misericórdia percebia sempre essa metade dos lucros ou só até à época em que fundasse o estabelecimento?&lt;br /&gt;3º - Até quando deveria fazer-se a capitalização dos juros? Sempre ou até à fundação do estabelecimento?(...)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-4707100863223609908?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/4707100863223609908/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=4707100863223609908' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/4707100863223609908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/4707100863223609908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/partilhar-hospital-de-vizela-iv.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-4896035658833341495</id><published>2006-10-11T00:19:00.000+01:00</published><updated>2006-10-11T00:23:00.951+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Partilhar - Hospital de Vizela (III&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.35.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Hospital.35.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;(...) Deixou 3.000$000 réis ao pároco de Moreira de Cónegos para constituir o dote de 12 donzelas pobres da sua terra natal, preferindo as parentas do testador; mais 2.000$000 réis ao mesmo pároco para distribuir pelos seus paroquianos mais pobres; dispôs ainda de outros legados e determinou o remanescente da sua terça para dividir em 3 partes, uma das quais seria entregue à Misericórdia de Guimarães, metade para ela e outra metade para, com o seu rendimento capitalizado, se estabelecer e manter nas Caldas de Vizela, uma casa de caridade ou Misericórdia, onde fossem tratados os enfermos pobres da vizinhança, sendo sempre preferidos os da sua terra natal – Moreira de Cónegos.&lt;br /&gt;A Misericórdia de Guimarães liquidou 57.656$561 reis e a quantia recebida, com juros acumulados, montou a 77.971$478 reis.&lt;br /&gt;Para cumprimento da vontade daquele benemérito cidadão, isto é – para a escolha do local onde devia ser fundado o hospital, a Santa Casa de Misericórdia de Guimarães, nomeou a 22 de Maio de 1883, uma comissão que, segundo consta, não apresentou trabalho algum.&lt;br /&gt;Em 1888, foi nomeada outra comissão com o mesmo fim composta dos párocos de Moreira de Cónegos, S. Miguel e S. João das Caldas, alem do Dr. Abílio Torres e do farmacêutico, José de Freitas Oliveira, a qual se desempenhou do seu encargo, apresentou os seus trabalho à Misericórdia, indicando o sitio do Outeiro para a fundação do Hospital, por isso é de crer que, dentro em pouco se veja organizado tão santo instituto, legado pelo benemérito António Francisco Guimarães” (...)&lt;br /&gt;(...) António Francisco Guimarães, “natural de S. Paio de Moreira de Cónegos, na província do Minho, reino de Portugal, filho legítimo de Manuel Fernandes Dias e de Maria Francisca, faleceu na cidade de Campinas, Brasil, em 16 de Julho de 1873” (...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-4896035658833341495?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/4896035658833341495/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=4896035658833341495' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/4896035658833341495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/4896035658833341495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/partilhar-hospital-de-vizela-iii.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-1975138601851273201</id><published>2006-10-10T09:30:00.000+01:00</published><updated>2006-10-10T09:36:41.331+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt; &lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Partilhar - Hospital de Vizela (II)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.anos-50.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Hospital.anos-50.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;(...) José Diogo Mascarenhas Neto, na Memória sobre as Antiguidades de Caldas de Vizela (1888) expõe a ideia “ da fundação de um hospital em Vizela, indicando com esta denominação apenas um pequeno estabelecimento termal, para os enfermos fazerem uso dos banhos.&lt;br /&gt;Assim, nos princípios do século passado, (cerca de 1830) funcionou um albergue, fundado e mantido por uma comissão de vizelenses que para tão caridoso fim, agenciavam donativos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ali recolhiam e sustentavam, durante a estação balnear, enfermos pobres que necessitavam de banhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1848, a Câmara de Guimarães, para explorar uns banhos no local onde estava esse “albergue” procedeu à demolição do dito, com a promessa de fundar, no mesmo local um outro, com condições mais condizentes com o fim a que se destinava”.    O certo é que, até aquela data (1888) ainda não tinha cumprido a promessa. (sabemos hoje que nunca cumpriu). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;E continua Mascarenhas Neto: “vai porem, Vizela, ter um bom hospital, graças a um cidadão benemérito que longe da pátria, não se esqueceu da miséria e da pobreza.&lt;br /&gt;Aquele cidadão benemérito foi, António Francisco Guimarães, filho de Manuel Fernandes Dias e de Dª. Maria Francisca, natural de S. Paio de Moreira de Cónegos&lt;br /&gt;Em tenra idade foi, como tantos patrícios nossos, para as terras de Santa Cruz, em demanda de fortuna; depois de longos anos de trabalho persistente e honrado, felizmente encontrou-a, mas aí perdeu a vida.&lt;br /&gt;Faleceu a 16 de Julho de 1873, na cidade de Campinas, sendo ali sepultado no cemitério do Santíssimo Sacramento.&lt;br /&gt;Viveu e morreu longe, muito longe da pátria, mas como bom patriota, jamais a esqueceu. Pelo contrário, amou-a sempre com filho extremoso até aos últimos dias da sua vida e no seu testamento, feito e aprovado em 4 de Agosto de 1868, a instituiu por herdeira de uma grande parte da sua fortuna (...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-1975138601851273201?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/1975138601851273201/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=1975138601851273201' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/1975138601851273201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/1975138601851273201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/partilhar-hospital-de-vizela-ii.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-202933018337150957</id><published>2006-10-09T10:04:00.000+01:00</published><updated>2006-10-09T10:20:35.102+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Partilhando -&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Hospital de Vizela (I)&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.-escadas.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/Hospital.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/Hospital.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Mergulhar nas cinzas do passado, é trazer para o presente e legar para o futuro, as páginas mais importantes e significativas da história, seja da nossa família ou da nossa terra, para que a possamos melhor compreender, satisfazendo e ampliando, o nosso orgulho de filhos, naturais da terra que nos viu nascer ou nos nossos progenitores.&lt;br /&gt;Tenho procurado trazer, ao longo das últimas postagens, alguns apontamentos da história de Vizela na convicção de contribuir para o enriquecimento cultural da nossa terra, convicto ainda que muito mais poderia ser feito se, quem de direito, desse alguns passos nesse sentido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Para isso socorro-me de alguns legados que possuo e outros que vou adquirindo e muitos outros que me dado consultar aqui e ali, quer em bibliotecas e museus, quer em casas de particulares e amigos, além daquilo que vou aprendendo, no dia a dia, em conversas profícuas com anciãos, autenticas bibliotecas vivas, que dá prazer ouvir e registar. Mas, mesmo assim, recrimino-me e lamento-me por serem tão escassos e, por possuir tão pouco engenho e arte, para poder transmitir de uma forma mais clara, compreensível e precisa, algumas das mais belas páginas em que a nossa história é fértil.,&lt;br /&gt;Tenho porém a esperança que, o muito pouco que me é permitido dizer, venha a ser útil e proveitoso para interessados, como eu, em conhecer os feitos dos nossos antepassados.É um tema, tão interessante, quanto inesgotável, pena é que, muita gente, com o mesmo engenho e arte, queira reservar, só para si, guardadas em baús empoeirados, muitas das páginas gloriosas da nossa história, relíquias que são, verdadeiros alicerces do nosso futuro. O saber, o conhecimento só é útil e proveitoso, quando partilhado e, tal como a natureza que nos rodeia, torna-se mais belo quando utilizado por todos, enriquecendo o dia a dia de cada um &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-202933018337150957?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/202933018337150957/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=202933018337150957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/202933018337150957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/202933018337150957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/partilhando-hospital-de-vizela-i.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-9050782578152752172</id><published>2006-10-08T17:44:00.000+01:00</published><updated>2006-10-08T17:52:27.145+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;"Tesouros de Vizela"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/24-1954.1.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/24-1954.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Estabelecimento Termal - 1954&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/1600/24-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/7024/3895/400/24-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Estabelecimento Termal - 2004&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;No dia 1 de Maio de 1876 deu-se início aos trabalhos de construção do Estabelecimento Termal de Vizela, no local denominado Bouça das Pedras, junto ao Rio Vizela. Alguns anos depois, em princípios do ano de 1881, organizou-se uma comissão médica sob a presidência do Dr. José Pereira Reis, para aconselhar a direcção então formada, em tudo que fosse necessário.&lt;br /&gt;A abertura solene deste estabelecimento, deu-se a 8 de Maio de 1881, tendo sido benzido pelo Monsenhor Rebello de Meneses&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-9050782578152752172?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/9050782578152752172/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=9050782578152752172' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/9050782578152752172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/9050782578152752172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/tesouros-de-vizela-estabelecimento.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-116017705988394332</id><published>2006-10-07T00:18:00.000+01:00</published><updated>2006-10-07T00:24:19.896+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt; "Tesouros de Vizela"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/23-1937.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/23-1937.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Paisagem do Rio Vizela - Ponte Romana - 1937&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/23-2004.1.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/23-2004.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Paisagem do Rio Vizela - Ponte Romana - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Paisagem do Rio Vizela, tomando com o ponto de vista, a Ponte Romana, com a Igreja de S João em fundo e o Chalet Willby ao alto, à esquerda.&lt;br /&gt;Porque o Rio Vizela, ao tempo, era de águas límpidas e transparentes, convidando a uns refrescantes banhos, não se admire que fosse um dos motivos principais dos fotógrafos e pintores que, naquele tempo, escolhiam Vizela para as suas férias de verão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-116017705988394332?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/116017705988394332/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=116017705988394332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/116017705988394332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/116017705988394332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/tesouros-de-vizela-paisagem-do-rio.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-116007153066324806</id><published>2006-10-05T18:48:00.000+01:00</published><updated>2006-10-07T00:11:06.930+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0);font-size:130%;" &gt;"Tesouros de Vizela"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/21-1922.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/21-1922.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/21-1922.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:78%;" &gt;Rua Dr. Abílio Torres e entrada para o Parque das Termas - 1921&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/21-2004.2.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/21-2004.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(0,0,0)font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;Rua Dr. Abílio Torres e entrada para o Parque das Termas - 2004&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="MARGIN-LEFT: 0cm; COLOR: rgb(0,102,0); TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0);font-family:times new roman;font-size:85%;"  &gt;arte da Rua Dr. Abílio Torres, quase no seu final, uma vez que esta termina no outro lado da Ponte D. Luís, sendo visível a entrada para o Parque das Termas antes do grande ciclone, nos anos 40, que como, verificamos ainda não era em semicírculo. Visível também ao fundo o chalé Villa Margarida e as ameias do “Castelo da Ponte”. Em primeiro plano, no lado esquerdo da foto, podemos ver a entrada para a Igreja de S. João.&lt;/span&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/22-1922.5.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/22-1922.5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:78%;" &gt;Rua do Mourisco - 1922&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/22-2004.8.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/22-2004.8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;Rua do Mourisco - 2004&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0)"&gt;Actual Rua Joaquim Freitas Ribeiro de Faria, é nesta rua que se encontram alguns dos mais belos palacetes construídos nos finais do Século XIX ( como se pode ver pelas datas que as enormes varandas em ferro forjado ostentam) e alguns outros, estes já construídos nos primeiros anos do século XX. É ainda nesta rua que se situa o imponente edifício conhecido como “Castelo da Ponte”, mandado construir pelo insigne médico vizelense, Dr. Armindo Freitas Ribeiro de Faria, edifício que iria ser para os “futuros Paços do Concelho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0)"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-116007153066324806?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/116007153066324806/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=116007153066324806' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/116007153066324806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/116007153066324806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/tesouros-de-vizela-rua-dr.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115991800389095275</id><published>2006-10-04T00:13:00.000+01:00</published><updated>2006-10-04T00:26:43.913+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;"Tesouros de Vizela"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/19-1920.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/19-1920.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Casino Peninsular - 1920&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/19-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/19-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Casino Peninsular - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;No sentido Sul – Norte, neste trecho da Rua Dr. Abílio Torres, no lado esquerdo da foto,vemos um pormenor muito interessante do Casino Peninsular, muito frequentado e procurado nos tempos áureos do termalismo em Vizela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se pode ver, o Casino Peninsular tinha somente um andar. O andar superior que agora se pode ver, foi provavelmente edificado após 1922, isto a ajuizar pelos azulejos que se vêm ao cimo, com a representação da Cruz de Cristo, exaltando a Viagem Aérea ao Brasil de Gago Coutinho e Sacadura Cabral&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/20-1921.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/20-1921.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/20-1921.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Rua dos Banhos - 1921&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/20-2004.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/20-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rua das Termas - 2004&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Hoje Rua das Termas, sempre esta rua esteve ligada ao facto de ali se situar o Estabelecimento Termal de Vizela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma rua muito conhecida de todos os banhistas que frequentam Vizela e, é também, uma rua intensamente frequentada por muitas dos naturais da Freguesia de S. João, pelo facto de ser uma das artérias que conduz à Igreja Paroquial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115991800389095275?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115991800389095275/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115991800389095275' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115991800389095275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115991800389095275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/tesouros-de-vizela-casino-peninsular.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115983083950453036</id><published>2006-10-03T00:02:00.000+01:00</published><updated>2006-10-03T00:13:59.530+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;"Tesouros de Vizela"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/17-1919.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/17-1919.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; S. Bento das Peras - 1919&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/17-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/17-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;S. Bento das Peras - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt; É um dos locais mais venerados de Vizela e das suas gentes. Sobranceiro a Vizela e seu Padroeiro, S. Bento é também Padroeiro da Europa, sendo por isso um dos Santos mais venerados.&lt;br /&gt;O local onde “resolveu” edificar a sua ermida na nossa região, não podia ser mais belo e é com muito carinho que todos os dias, milhares de peregrinos o vão visitar.No momento, por obra da Confraria que gere todo aquele espaço, decorre o abate de árvores grosseiras, que irão dar lugar a plantações de outras, estas nobres, que irão embelezar ainda mais aquele espaço. Que não seja esquecida a parte frontal, virada para o vale, com plantação de pequenos arbustos, para que a vista magnifica que dali se desfruta, não venha a ser ocultada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/18-1920.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/18-1920.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Ponte D. Luís I e Bairro Mourisco - 1920&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/18-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/18-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/18-1920.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/18-2004.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Ponte de D. Luís I e Bairro Mourisco - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Ponte D. Luís ou Ponte Nova, como é vulgarmente conhecida, sobre a antiga Estrada Real, hoje Nacional 106, com o chalé Villa Margarida e Bairro Mourisco ao fundo .&lt;br /&gt;Note-se os muros em pedra e algum movimento para a época.&lt;br /&gt;Como se pode ver, esta Ponte de um só arco esbatido, com 16 m de vão, toda em granito, é uma construção típica do Fontismo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115983083950453036?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115983083950453036/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115983083950453036' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115983083950453036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115983083950453036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/tesouros-de-vizela-s.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115978073177462819</id><published>2006-10-02T10:05:00.000+01:00</published><updated>2006-10-02T10:18:51.790+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;"Tesouros de Vizela"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/15-1914.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/15-1914.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Parque das Termas - 1914 - Partida para uma regata&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/15-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/15-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Parque das Termas - 2004&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Partida para uma regata, organizada pelos hospedes do Hotel Sul – Americano.&lt;br /&gt;Normalmente, estas regatas eram feitas até à Ilha dos Amores, seguidas de animados piqueniques, sendo muito procuradas por diversas personalidades que frequentavam as Termas de Vizela.&lt;br /&gt;É conveniente recordar que, naquele tempo e até meados dos anos 70, antes da maldita poluição invadir o Rio Vizela, eram frequentes os passeios de barco, desde o Parque até à Ilha dos Amores.&lt;br /&gt;Seria, certamente, uma mais valia para Vizela, caso fosse recuperada a possibilidade de estes passeios se voltarem a realizar (se a despoluição do Vizela, enfim, chegar um dia,???)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/16-1915.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/16-1915.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rua Dr. Abílio Torres - 1915&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/16-2004.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/16-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/16-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rua Dr. Abílio Torres - 2004&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Importante e belíssimo aspecto da Rua Dr. Abílio Torres, com ricas e imponentes fachadas, ilustrando toda a beleza que Vizela outrora ostentava e que é urgente devolver, preservando e recuperando os edifícios que não se encontrem nas melhores condições, reabilitando-os.&lt;br /&gt;À direita podemos ver o antigo Hotel Universal, assim como, em frente a este, o famoso Café Brasil, muito frequentado pelos banhistas, que naquele Hotel estiavam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115978073177462819?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115978073177462819/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115978073177462819' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115978073177462819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115978073177462819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/tesouros-de-vizela-parque-das-termas.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115972055112088199</id><published>2006-10-01T17:26:00.000+01:00</published><updated>2006-10-01T17:47:28.063+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;"Tesouros de Vizela"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/13-1912.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/13-1912.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Ponte Romana - 1913&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/13-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/13-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ponte Romana - 2004&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Monumento Nacional desde 1910, pelo decreto-lei de 16.6.1910, publicado no Diário do Governo 136 de 23 de Junho de 1910, a Ponte Romana de Vizela, vulgo Ponte Velha, é o monumento mais emblemático de Vizela e o único considerado MN.&lt;br /&gt;É uma ponte de tabuleiro quase horizontal, com duas rampas de acesso, assente em três arcos redondos desiguais. Tem contrafortes nos dois pilares entre os arcos. Os talha - mares são triangulares e os talhantes rectangulares. Num dos pilares, acima dos contrafortes, tem um olhal com um arco de volta redondo, para permitir o escoamento das águas por alturas das cheias. Tem guardas de granito e pavimento com grandes lajes de granito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/14-1913.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/14-1913.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Villa Margarida - 1913&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/14-2004.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/14-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/14-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Villa Margarida - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;É um dos mais belos palacetes de Vizela e, provavelmente, o mais admirado graças à sua localização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi mandado construir nos finais do Século XIX, mais precisamente em 1893, pelo Dr., Alfredo Bravo, personagem proeminente e ilustre na (e da) história de Vizela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se repararmos, nesta mesma rua encontram-se outros palacetes da mesma época, alguns deles construídos um pouco antes (em 1872) e outros um pouco depois (1903) o que nos diz ser nesta época que devemos situar o enriquecimento de Vizela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando à Villa Margarida, não podemos deixar de nos sentir esmagados e desalentados, pelo seu aspecto confrangedor&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115972055112088199?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115972055112088199/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115972055112088199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115972055112088199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115972055112088199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/10/tesouros-de-vizela-ponte-romana-1913.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115964034157258487</id><published>2006-09-30T19:05:00.000+01:00</published><updated>2006-09-30T19:19:01.586+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;"Tesouros de Vizela"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/11-1911.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/11-1911.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/12-2004.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/11-1911.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Ponte Nova ou Ponte D. Luís I - 1911&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/11-1911.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/11-2004.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/11-2004.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Conhecida como ponte Nova, por &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/11-2004.2.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/11-2004.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;contraponto com a Ponte Romana, conhecida desde tempos ancestrais como Ponte Velha, esta Ponte sobre o Rio Vizela, a escassos metros do Parque das Termas e fazendo frente com este, chama-se na realidade Ponte D. Luís.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda em granito, esta ponte foi reformulada nos anos 40, depois do grande ciclone que destruiu parte do Parque das Termas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ponte Nova ou Ponte D. Luís I - 2004&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/12-1912.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/12-1912.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/12-2004.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Igreja de S. João das Caldas - 1912&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/12-2004.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/12-2004.2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/12-2004.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/12-2004.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Igreja de S. João das Caldas - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Porque a anterior Igreja - que se encontrava neste mesmo local e que tinha sido trasladada em 1725, do Lugar do Paço -  se achava pequena, principalmente na época balnear, foi decidido construir a actual, construção essa que teve início por volta de 1902, estando totalmente concluída, nos finais de 1908.&lt;br /&gt;Da primitiva Igreja chegam-nos ecos de escritos antigos referindo que possuis 4 altares: Altar-Mor e mais três dedicados à Senhora do Rosário, Senhora das Dores e Senhora do Carmo.&lt;br /&gt;Na actual e após as obras de restauro, beneficiação e ampliação (o que veio dar muito mais conforto aos fieis que todos os Domingos enchem este templo) nunca é demais referir o seu riquíssimo Altar-mor, com retábulo em talha dourada, com anjos ladeando o trono central.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/12-2004.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115964034157258487?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115964034157258487/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115964034157258487' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115964034157258487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115964034157258487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/tesouros-de-vizela-ponte-nova-ou-ponte_30.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115948676077756706</id><published>2006-09-29T00:28:00.000+01:00</published><updated>2006-09-29T00:39:20.790+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt; "Tesouros de Vizela"&lt;/span&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/9-1910.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Edifício Torres Soares - 1910&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/9-2004.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/9-2004.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Edifício Torres Soares - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;É um dos mais belos edifícios de Vizela. Foi moradia e consultório médico do Dr. Abílio Torres, figura ilustre e marcante da vida de Vizela. A ele se devem as maiores iniciativas a nível cultural e de engrandecimento de Vizela. Com efeito, o seu nome está ligado a inúmeros eventos e realizações de Vizela, como os Bombeiros Voluntários, Filarmónica, Termas, escolas e muitas outras obras de muito interesse para a rica história de Vizela. Os nossos pais não o esqueceram e, muito justamente, deram o seu nome a uma das mais importantes ruas de Vizela.&lt;br /&gt;Que o seu nome perdure na história da nossa terra…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/10-1910.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/10-1910.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Hotel Sul - Americano - 1910&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/10-2004.3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/10-2004.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Hotel Sul - Americano - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Foi mandado construir por José Pinto de Sousa e Castro, (filho de Joaquim Pinto de Sousa e Castro, grande benemérito vizelense, que empresta o seu nome a uma das ruas de Vizela, a Rua Joaquim Pinto), tendo sido inaugurado em 1903. Era um dos mais majestosos hotéis da altura e o único, dos muitos que Vizela tinha, que possuía luz eléctrica.&lt;br /&gt;Esteve na posse da família Sousa e Castro até meados de 1949, passando então para a administração da Companhia de Banhos, ficando a família Sousa e Castro como accionista da Empresa Termal de Vizela.&lt;br /&gt;É no momento considerado Hotel de três estrelas, o que lhe transmite um estatuto de invejável valor, sendo muito apreciado o facto (durante o Euro 2004 foi muito comentado por vários jornalistas e adeptos estrangeiros…) de as suas casas de banho estarem equipadas com água termal. No momento funciona ali um moderno e apresentável restaurante, que está aberto a toda a comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115948676077756706?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115948676077756706/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115948676077756706' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115948676077756706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115948676077756706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/tesouros-de-vizelaedifcio-torres.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115940101790108510</id><published>2006-09-28T00:38:00.000+01:00</published><updated>2006-09-28T00:50:17.916+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Tesouros de Vizela"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/7-1910.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Parque das Termas - 1910&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/7-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Parque das Termas - 2004&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Avenida principal do Parque das Termas ou Avenida das Tílias como então se chamava, vendo-se ao fundo o chafariz do Lago Pequeno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intensamente frequentado por aquistas das termas e por gente que aqui se deslocava de toda a parte, o Parque das Termas oferecia uma vasta panóplia de arvores frondosas e robustas (o que ainda se mantêm apesar de tudo) como tílias, cedros, sequóias, carvalhos do norte (Quercus Ruber) de folhagem vigorosa, verde no verão e loira no inverno e outras famosas espécies, que proporcionam uma atmosfera de estranha, mas apetitosa frescura, nos dias de maior canícula.&lt;br /&gt;Há necessidade de se olhar com outros olhos para este pulmão verde, o único da nossa terra e devolver-lhe o esplendor de outrora e a dignidade que merece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/8-1910.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/8-1910.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Largo da Alameda – 1910&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/8-2004.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/8-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Praça da República - 2004&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Aspecto do Largo da Alameda, outro dos nomes que a Praça da República de hoje, usou ao longo da sua longa história. Note-se o tipo de iluminação, com candeeiro de bela traça.&lt;br /&gt;Foi neste sítio da Alameda ou Lameira, (outro dos nomes que ostentou e pelo qual ainda hoje é, vulgarmente, conhecida) que se encontraram duas lápides dedicadas Bormanicus, o Deus das Águas Cálidas&lt;br /&gt;A primeira nos finais do século XVIII e a segunda, em 1841.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além destas duas Epígrafes, outros achados mais recentes (que não foram devidamente divulgados), mostram-nos todo o esplendor da Vizela de outros tempos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115940101790108510?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115940101790108510/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115940101790108510' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115940101790108510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115940101790108510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/tesouros-de-vizela-parque-das-termas.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115931367921366489</id><published>2006-09-27T00:31:00.000+01:00</published><updated>2006-09-27T00:46:04.940+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;"Tesouros de Vizela"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/5-1908.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/5-1908.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;                                       Igreja  de S. Miguel - 1908&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/5-2004.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/5-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/5-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/5-2004.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;                                   Igreja de S. Miguel - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Igreja Matriz de uma das mais antigas paróquias do Arcebispado de Braga, pois no Concílio de Lugo, no ano de 569, no tempo dos Suevos, reinado do Rei Teodomiro, é uma das freguesias que se menciona como sendo da jurisdição de Braga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É justamente considerada Imóvel de Interesse Concelhio (IIC), o que obriga à sua protecção por parte dos poderes autárquicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu interior é composto por vários altares em talha barroca, sendo um deles dedicados à Nossa Senhora das Candeias e um outro a Santa Teresa.&lt;br /&gt;Por se achar pequena, foi reformada em 1727 e, mais tarde, em 1765, pela mesma razão, foi o seu corpo principal aumentado e transformado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/5-2004.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/6-1909.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/6-1909.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/6-1909.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;                                         Praça do Mercado - 1909&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/6-2004.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/6-2004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Praça da República - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;No centro da cidade, teve ao longo da sua história os mais diversos nomes, Praça do Mercado, Largo Franco Castelo Branco ou somente João Franco, Largo da Lameira, Largo da Alameda e o actual Praça da Republica. Ali apareceram os primeiros banhos termais e no subsolo parte um túnel, que conduz as águas termais até à Companhia de Banhos.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115931367921366489?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115931367921366489/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115931367921366489' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115931367921366489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115931367921366489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/tesouros-de-vizela-igreja-de-s.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115917612554833584</id><published>2006-09-25T10:07:00.000+01:00</published><updated>2006-09-25T10:22:05.566+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;"Tesouros de Vizela"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/3-1905.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Bairro Mourisco - 1905 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/3-2004.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/3-2004.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Bairro Mourisco - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Actual Rua Dr. Armindo Freitas Ribeiro de Faria; esta rua caracteriza-se por possuir alguns dos mais belos palacetes de Vizela, quer de um, quer de outro lado da rua, construídos quase todos nos finais do Século XIX, logo após o nascimento da Vizela moderna. Nobres famílias, aproveitando os benefícios que as águas termais prodigalizavam, iam-se instalando e construindo em Vizela.&lt;br /&gt;São desta época, algumas das mais belas casas que aqui se construíram e a permanência desta gente nobre deu a Vizela um estatuto que muita inveja provocou um pouco por toda a parte, a ponto de haver uma quase perseguição a tudo quanto fosse daqui oriundo.&lt;br /&gt;Perseguição essa que durou até quase a dobragem do milénio…&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/4-1906.0.jpg" border="0" /&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Estação da CP 1906&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/4-2004.0.jpg" border="0" /&gt;                                                                                                               &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Estação da CP - 2004&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Esta Estação da CP, foi inaugurada em 31 de Dezembro de 1883, aquando da abertura da “secção da linha – férrea de Guimarães, da Trofa a Vizella”, conforme nos dá conta Pinho Leal, no seu Portugal Antigo e Moderno, publicado em 1890.&lt;br /&gt;Como curiosidade recordemos que Vizela foi terminal de linha durante 114 dias, uma vez que o Caminho-de-ferro só chegou a Guimarães em Abril de 1884.&lt;br /&gt;Reformada em 1932, esta estação foi premiada inúmeras vezes pelo desvelo e carinho com que os seus jardins eram tratados, em flagrante contraste com os tempos de agora, em que o desleixo e o abandono parecem ser imagem da marca da CP (ou REFER), um pouco por toda a rede ferroviária.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115917612554833584?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115917612554833584/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115917612554833584' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115917612554833584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115917612554833584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/tesouros-de-vizela-bairro-mourisco.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115912237663781698</id><published>2006-09-24T19:12:00.000+01:00</published><updated>2006-09-25T10:33:47.106+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;“Tesouros de Vizela”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Numa louvável iniciativa, para assinalar o Dia Mundial do Turismo, os Serviços de Turismo da Câmara Municipal de Vizela, em colaboração com a Fundação Jorge Antunes, vão organizar a exposição “Tesouros de Vizela”. Constituída por uma série de fotografias antigas e actuais dos pontos mais característicos de Vizela, esta iniciativa se bem que louvável, peca por repetida o que denota, provavelmente, alguma falta de imaginação dos responsáveis. Com efeito, não obstante defender que nos devemos orgulhar do passado, corremos o risco de se pensar que não possuímos presente e muito menos…futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Apenas para recordar&lt;/em&gt;: a primeira vez que se fez uma exposição deste tipo foi em 1983, com cerca de 100 fotografias antigas (partir de postais antigos) e outras tantas actuais, exposição levada a cabo pelo autor deste blogue, exposição essa que foi repetida 2 anos depois, a pedido de muita gente e porque se vivia em Vizela uma época de exaltação bairrista. Alguns anos depois, em 1994 e desta vez, porque se achou que era altura da Secção de Fotografia da Casa do Povo de Vizela mostrar um trabalho deste tipo, foi feita nova exposição, com novas fotos (entretanto já tinha comprado mais postais antigos…).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004,a pedido Comissão de Festas foi feita nova exposição, que esteve patente no Jardim Manuel Faria, durante os dias das Festas 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a anunciada exposição (a julgar pelos anos anteriores) só estará patente um único dia, permito-me levar aos visitantes deste blogue a totalidade da exposição acima referida&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/1-1901.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rua Joaquim Pinto – 1901&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/1-2004.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Rua Joaquim Pinto - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/1-2004.4.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Com casario construído nos finais do século 19, esta rua foi feita em terrenos de Joaquim Pinto de Sousa e Castro, proprietário benemérito que doou também o terreno para a Escola de S. João, construída no ano de 1888, depois de autorizada pelo governo em 1886 (contra a vontade da Câmara de Guimarães…).Para ajudar à construção dessa escola foi criada em 1886 uma comissão composta pelos Srs. Dr. Abílio Torres, Dr. Forbes de Almeida, António Tavares Basto, António Xavier da Silva Coutinho e Joaquim Pinto de Sousa e Castro, que entre muitas outras iniciativas de angariação de fundos, organizou uma matiné musical. No ano seguinte, a mesma comissão promoveu um grande bazar de prendas no parque. Com o produto destas vendas e outros donativos, foi-se construindo o edifício escolar que chegou aos nossos dias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/2-1904.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rua Dr. Abílio Torres – 1904 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/2-2004.4.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="center"&gt;Rua Dr. Abílio Torres - 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;No sentido Norte Sul, a Rua Dr. Abílio Torres apresenta-nos um belo conjunto de casa construídas nos finais do Século XIX, sendo visíveis, à esquerda, em primeiro plano, as portas do quartel dos Bombeiros Voluntários de Vizela, onde presentemente se situa o Banco Millenium BCP. Visíveis ainda algumas moradias de fino recorte e bela traça, o que faz desta rua um autêntico museu que urge tratar e preservar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115912237663781698?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115912237663781698/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115912237663781698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115912237663781698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115912237663781698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/tesouros-de-vizela-numa-louvvel.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115888288147762362</id><published>2006-09-22T00:46:00.000+01:00</published><updated>2006-09-22T00:54:41.496+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;63/98. A Lei...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Extracto de um artigo, publicado pelo autor deste Blog, em 7 de Setembro de 1998, no Noticias de Vizela&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como se esperava, foi confirmada, com a publicação em Diário da Republica de 1 de Setembro, Lei 63/98, a criação do concelho de Vizela e elevação a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concretizada, por fim, a melhor prenda que os Vizelenses há tanto tempo ansiavam e que começou a ser desenhada em 1982, com todo o povo do Vale de Vizela a exigir, na rua, o fim do cativeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou aqui e agora, repisar aquilo que já disse tantas e tantas vezes, quer nas páginas deste jornal, quer em conversas de café ou entre amigos da minha confiança, nem tão pouco vou dividir os Vizelenses em santos e &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Pintura-Sagrada-Vi??tico.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Pintura-Sagrada-Vi%3F%3Ftico.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;vilões (como agora parece que se está a querer fazer...).Para mim todos, repito, todos foram úteis, quer no passado, quer no presente e, mais úteis serão no futuro, se soubermos esquecer diferenças, dar as mãos e escolher de entre todos nós, os mais capazes, os mais empenhados, os mais competentes e os mais interessados em engrandecer TODO o município e seus habitantes, conseguindo mais valias, que fomentem o bem – estar de TODA a população do novo concelho, nas suas variadíssimas vertentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Lei 63/98, no seu artigo 4, competências da comissão instaladora, gostaria de respingar o ponto 1, que julgo ser de extrema importância para o enriquecimento do nosso concelho. “ (...) elaborar um relatório donde constem (...) a descriminação dos bens, universalidades (generalidade, totalidade) e quaisquer direitos (...) que se transferem para o município de Vizela.&lt;br /&gt;È a partir daqui que a Comissão Instaladora, (hoje Câmara Municipal) deverá estar atenta e usar das competências que a lei lhe consagra, para que todas estas prerrogativas sejam cumpridas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Pintura-Prociss??o-S.-Sebasti??o.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Pintura-Prociss%3F%3Fo-S.-Sebasti%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não nos podemos esquecer de um sem número de bens e universalidades, nomeadamente de Vizela (S. Miguel e S. João), que foram sonegados ao longo dos tempos e que fazem parte do nosso património colectivo, assim como não podem ser esquecidos aqueles que, a pretexto de um hipotético conserto, &lt;em&gt;(no tempo em que&lt;/em&gt; &lt;em&gt;era vereador da Cultura da Câmara Municipal de Guimarães, o Sr. Dr. Francisco Teixeira)&lt;/em&gt; foram “ transferidos” (como adorno de gabinetes?) para a Câmara de Guimarães. Refiro-me aos quadros de Júlio Resende, Goya, Dali, Rembrandt e fundamentalmente, os quadros com motivos religiosos, “&lt;span style="color:#003300;"&gt; Ronda do Mártir”; Procissão de S. Sebastião”; “Sagrado Viático”;&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#003300;"&gt;“Saimento” e “Enterro dum Pobre”&lt;/span&gt; da autoria de &lt;span style="color:#003300;"&gt;António Alves Teixeira, “O Vizela&lt;/span&gt;”, pintor do século XIX (1836-1863), que foi discípulo de João Correia&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Júlio César Ferreira&lt;br /&gt;7.9.98&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115888288147762362?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115888288147762362/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115888288147762362' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115888288147762362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115888288147762362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/6398.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115874351764169239</id><published>2006-09-20T09:44:00.000+01:00</published><updated>2006-09-20T23:44:27.326+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;S. Bento das Peras&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/capela-Velha.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Capela-V.-Acesso.1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Capela-V.-Acesso.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;É o mais importante miradoiro de Vizela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;No cimo do monte granítico, rodeado de penedos esbranquiçados, que os seus fieis devotos vão pintando ao longo do ano, para pagamento das suas promessas, estão duas ermidas dedicadas ao Padroeiro de Vizela e da Europa. A magnífica paisagem que se estende a seus pés, compreende a cidade de Vizela e as freguesia circunvizinhas, mas a vista espraia-se até áte alcançar o mar, em dias de melhor visibilidade. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Miradouro.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Miradouro.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Cobertura.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Recentemente, por iniciativa da Confraria que rege o local, foram ali realizadas importantes obras de reabilitação que, presume-se, estão ainda na sua &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Miradouro.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;primeira fase. De facto, as obras previstas para o local irão arrastar-se no tempo, uma vez que estão divididas em várias etapas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Miradouro.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;É dessas alterações as fotos que hoje levo aos visitantes deste blogue, com convites para visitarem "in loco" este magnífico espaço&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/capela-Nv..jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/capela-Nv..2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/capela-Nv..2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Cobertura.2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Cobertura.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/capela-Velha.5.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/capela-Velha.5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115874351764169239?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115874351764169239/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115874351764169239' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115874351764169239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115874351764169239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/s_20.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115853655700616145</id><published>2006-09-18T00:26:00.000+01:00</published><updated>2006-09-21T00:11:29.863+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;S. João das Caldas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Igreja2.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Igreja2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;É, como já se disse, uma freguesia cuja fundação se&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt; perde na bruma dos tempos, confirmam-no vários estudiosos que nos garantem que o seu nome deriva do germânico “Gomila”, senda muito provavelmente a partir do século V a “ Villa de Gumilanis”.&lt;br /&gt;Contudo, numa fase posterior, surge já identificada como S. João Baptista das Caldas de Vizela. Em 1188, segundo o Livro de Doações, D. Sancho doou a um nobre chamado «vobis Johannis de Caldes» “um reguengo que a coroa tinha abaixo de S. Miguel das Caldas”.&lt;br /&gt;Nas Inquirições de 1220, a freguesia era referida como “ Parochia de Sanctis Johannis de Caldes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 1553 foi abadia de apresentação do D. Prior da Colegiada de Guimarães, tendo passado para a coroa por doação que o Prior D. Gomes Afonso fez à Infanta D. Isabel, em reconhecimento dos bons serviços que esta lhe havia prestado, especia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;lmente a sua nomeação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É limitada a norte pela freguesia de S. Miguel das Caldas; a sul por Santa Eulália de Vizela, a nascente por Santo Adrião de Vizela, e a poente pelas freguesias de Vilarinho e Moreira de Cónegos.&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Igreja1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Igreja1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja Paroquial, que tem como Orago S. João Baptista, foi construída entre 1904 e 1096, em substituição, no mesmo local, da anterior que se achava pequena, principalmente na época balnear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta pequenina igreja tinha 4 altares: Altar – Mor e mais três dedicados à Senhora do Rosário, Senhora das Dores e Coração de Maria. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Tal como a antiga Igreja de S. Miguel, a Igreja de S. João da época Joanina , D. João V, era uma igreja muito muito pequena e tinha sustituido uma outra que ficaria na margem Sul do rio Vizela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;A Igreja era recuada em relação à actual e à frente ficava o cemitério. Na altura da sua construção não existia ainda a Estrada Real, actual Rua Dr. Abílio Torres, inaugurada em 1872.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;São desta pequenina igreja as fotos que aqui publico, cedidas gentilmente pelo Sr. Engenheiro Adelino Campante, meu particular e querido amigo, fotos essas que lhes foram legadas pelas seus antepassados. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115853655700616145?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115853655700616145/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115853655700616145' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115853655700616145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115853655700616145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/s.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115839677669625527</id><published>2006-09-16T09:43:00.000+01:00</published><updated>2006-09-16T09:56:48.913+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Rio-Vermelho.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Rio-Vermelho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Ainda e sempre...o Rio Vizela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Parente pobre da Associação de Municípios do Vale do Ave, o Vale do Vizela, banhado por esse rio lindo que lhe deu o nome, não pode, nem deve ficar à mercê de obras do acaso e feitas em cima do joelho e o poder reivindicativo dos povos desta Região tem de se fazer sentir.&lt;br /&gt;É que, afinal, os milhões que irão ser gastos, não são propriedade de qualquer entidade que investe segundo as suas preferências, gostos e/ou interesses, mas sim dinheiro de todos nós, dos impostos que pagamos, para um determinado projecto que deverá ter a supervisão do Estado, através (neste caso) do Ministério do Ambiente.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Rio-sujo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Rio-sujo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vizela, o Vale do Vizela, o Rio Vizela, já esperou demasiado tempo e urge dar rápida solução a um problema que se agrava dia a dia, com as inevitáveis e nefastas consequências para o ambiente e para o bem – estar de todo um povo, que elegeu o Vale do Vizela para viver.&lt;br /&gt;Aquele trabalho a que se faz referência no post anterior, foi sem sombra de dúvidas um apelo dramático, no sentido de acabar com a agonia lenta de um curso de água, que a incúria, o desleixo, o desinteresse e a ganância do homem, transformou em rio de morte, como o atestam muitos dos registos deixados no livro da exposição e que me permito transcrever alguns deles: &lt;em&gt;“ Maravilhosa exposição de alto interesse cultural e ecológico (...) ” (...) documento histórico para a posteridade&lt;/em&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Rio-vergonha.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Rio-vergonha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; (...) Como Fausto celebrando Fernão Mendes Pinto, assim celebro esta “Peregrinação” pelas margens de um rio (rio ainda nas fotografias mas já não no que de um rio se pode tirar - peixes, agua, banhos, bem-estar, pois debaixo de Ponte Velha, é apenas um esgoto grande). Belo, porque o tornas belo; pitoresco porque o procuras e descobres pitoresco; louvável porque o louvas em cada imagem que crias” (&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Vizela; Agosto de 91&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;) “ (...) uma obra artística no sentido de exaltar a beleza que há no rio (...) uma obra de investigação sobre a vida do Vizela, de Gontim ao Ave (...) um hino à natureza, um aprofundamento do contraste entre a limpidez e a poluição” (&lt;strong&gt;Fafe; Fevereiro de 92&lt;/strong&gt;) “ Na altura em que se vai tornando insuportável o “crime” que todos os dias se comete contra o Vizela (...) constitui um redescobrir da beleza do natural e da amplitude desse “crime” (...) beleza impar e fealdade &lt;/em&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Rio.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Rio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;lado a lado (...) não se parece com a realidade, actualmente (aqui) não é um rio, mas sim um esgoto (&lt;strong&gt;Vila das Aves; Abril de&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;92&lt;/strong&gt;) “ Tu eras dantes Vizela/Rio de luz, tão sereno.../ De margem ridente e bela/Rio grande e tão pequeno” (...) a ecologia ganha significado com este trabalho (...) ainda bem que há gente que se preocupa com estas coisas” (&lt;strong&gt;Guimarães; Maio de 92&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Que estas mensagens, registadas no livro da Exposição Rio Vizela, da Nascente à Foz, entre Agosto de 1991 e Maio de 1992, sejam um grito de alerta para todos quantos têm o dever de manter o nosso rio limpo e um sinal que estaremos atentos e vigilantes, para que tudo possa ser feito, no sentido de devolver ao Vizela (e a outros rios...) todo o esplendor de outrora .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115839677669625527?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115839677669625527/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115839677669625527' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115839677669625527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115839677669625527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/ainda-e-sempre_16.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115831087153787315</id><published>2006-09-15T09:53:00.000+01:00</published><updated>2006-09-15T10:03:34.256+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;Ainda e sempre... o Rio Vizela&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quando, nos princípios da P&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;rimavera de 1990, um grupo de Vizelenses, partiu ao encontro e à descoberta do Rio Vizela, desde as Serras de Fafe, até ao Ave, fotografando e registando em documento vídeo, toda e beleza e encanto que o Vizela nos presenteia, nomeadamente e principalmente, desde Gontim (onde nasce, no Alto de Morgaír, a 890 metros acima do nível do mar) até à cidade de Fafe, encontro esse que deu origem a exposições fotográficas várias – vistas por cerca de 25.000 pessoas, em Vizela, Fafe, Vila das Aves, Guimarães, Vieira do Minho e novamente Vizela, todos nos convencemos que a poluição que encontramos, logo a partir de Golães, estaria (face ás noticias que nos chegavam) debelada em pouco tempo, para bem do rio, dos peixes, da água, da beleza paisagística, das populações ribeirinhas, de todos nós, do mundo afinal...&lt;br /&gt;É que, estava já em fase relativamente avançada o projecto de &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/3-Cavalos.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/3-Cavalos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;despoluição do Ave e dos seus afluentes, Vizela, Pele, Pelhe, Selho e outros (muitos) pequenos ribeiros, que desaguam, quer no Ave, quer no Vizela, que é o seu maior afluente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pomposamente baptizado de SIDVA (Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave) tinha como ponto de partida, toda a despoluição dos rios Ave e Vizela e apontava como meta da sua conclusão o ano de 1996, &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/4-Moinho-Queimadela-Submers.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/4-Moinho-Queimadela-Submers.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;como garantia o Dr. Parcidio Sumavielle, então Presidente da Câmara Municipal de Fafe, aquando da Exposição Fotográfica “ Rio Vizela, da Nascente à Foz”, naquela cidade.&lt;br /&gt;Conscientes que todo aquele trabalho era um “bofetada” na passividade até então verificada, ingenuamente acreditávamos e antevíamos já, uns passeios de barco até à Ilha dos Amores e uns mergulhos na Cascalheira, com farnel para lanche nas margens verdejantes...&lt;br /&gt;Porem e como em tudo neste País, os dias, os meses e os anos foram passando e as dezenas, centenas, milhares e milhões de contos, foram engrossando. Engrossando paredes de cimento armado em ETAR’S, com motores de arranque enfraquecidos e em interceptores gigantescos, que andam a passo de lesma e; mesmo assim, sempre e só, para as “bandas de lá”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, quebrada (?) má vontade e o enguiço que &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/2-Cabron??as.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/2-Cabron%3F%3Fas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;o nome de Vizela provocava nas engrenagens do SIDVA, parece que a almejada despoluição do Vizela vem a caminho (mais vale tarde que nunca...), sendo possível que no primeiro quartel do próximo século, os passeios de barco, os banhos, a frescura das margens, os peixes (vivos), deixem de ser somente o anseio sonhado em 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto, se os milhões de contos (fala-se em 80 milhões para a ultima fase!) entretanto injectados no projecto não se perderem em outras aguas, tão sujas e negras como as aguas do Vizela...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115831087153787315?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115831087153787315/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115831087153787315' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115831087153787315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115831087153787315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/ainda-e-sempre.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115819008017549761</id><published>2006-09-14T00:21:00.000+01:00</published><updated>2006-09-14T00:29:50.200+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Santa Maria de Infias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Situada a escassos quilómetros do centro da cidade de Vizela, sede do concelho ao qual pertence, Santa Maria de Infias é confrontada a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;nascente por S. Cipriano de Taboadelo, a sul por S. Miguel da Caldas, a oeste ou poente por S. Martinho do Conde e a norte por S. Pedro de Polvoreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Capela-Santanaa.1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Capela-Santanaa.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Segundo o Inquérito Paroquial realizado em 1842, pelo Padre da Freguesia, Manuel Gonçalves de Sousa, este freguesia pouco tinha de assinalável naquela época, chegando o dito pároco a afirmar que: “Não há monumentos ou antiguidades, inscrições ou letreiros existentes ou destruídos, não há notícia de quando esta freguesia teve principio, os usos e costumes. Antes de 1834, os religiosos dos Remédios de Braga eram que apresentavam esta igreja e comiam as dízimas e primícias e davam ao pároco de côngrua 33$000 réis em dinheiro, duas rasas de trigo, catorze de centeio e dezasseis almudes de vinho verde e os fregueses davam as ofertas. Os casados cem alqueires de milho alvo e os viúvos, viúvas e solteiros meio alqueire.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não é, convenhamos uma leitura muito simpática daquele tempo, mas convém não esquecer que, muitas vezes, já que estes Inquéritos eram respondidos pelos párocos das respectivas freguesias, dependiam em muito, não só da boa vontade, da disposição, do saber e do interesse do próprio prelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a realidade não é bem assim. Santa Maria de Infias, como nos diz Júlio damas, no seu “Ad Perpetuam”: “ A terra das Caldas de Riba-Vizela, compreendendo pelo menos as freguesias de S. João, S. Miguel das caldas e Santa Maria de Infias, formou na segunda época da monarquia portuguesa um concelho ou julgado independente, com justiças privativas (...)”&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Capela-S.A.Interior.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Capela-S.A.Interior.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A freguesia de Santa Maria de Infias, é muito rica em tradições sendo a da Confraria do Senhor das Chagas, uma das mais interessantes, e que tem muitos séculos de existência.Segundo reza lenda, a imagem do Senhor das Chagas, tem vestígios duma outra que, há muitos séculos, foi mandada esculpir por um cruzado, afim de lhe colocar uma coroa de espinhos que tinha encontrado no deserto quando regressava da Terra Santa e que pensou ser do Nosso Senhor.&lt;br /&gt;De regresso à sua terra, a coroa foi colocada sobre a imagem que o cruzado mandou esculpir e todos os anos, no dia três de Maio, o sangue gotejava das feridas provocadas pelos espinhos. Isso incutiu no povo de então uma fé inquebrantável, que começaram a fazer uma procissão de penitência que, a partir de 1920, começou a dirigir-se para a Capela de Santa Ana, no Monte de Alijó.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115819008017549761?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115819008017549761/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115819008017549761' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115819008017549761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115819008017549761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/santa-maria-de-infias-situada-escassos.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115810470880957596</id><published>2006-09-13T00:35:00.000+01:00</published><updated>2006-09-13T00:45:08.843+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Casino Peninsular&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Um dos mais peculiares edifícios que podemos ver na oitocentista rua Dr. Abílio Torres, é sem sombra de dúvidas o Casino Peninsular, assim &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Casino.1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Casino.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;chamado por, nos tempos áureos das termas, ali ter funcionado o casino que trazia a Vizela gentes de diversas latitudes, atraídos pelo jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um dos períodos mais ricos de Vizela e ainda hoje se contam histórias fantásticas, que nos remetem para a magia que era a vida de Vizela naqueles tempos. Conta-se até, que certo jogador, confiando na sorte (má sorte ao que parece) perdeu a própria mulher na mesa de jogo.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Casino.2.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Casino.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Com o declinar das Termas, o Casino aqui existente, foi para a Povoa do Varzim (dizem-me…) e desde então e até há pouco tempo atrás funcionou quase sempre como um café.&lt;br /&gt;Menino ainda, em finais dos anos 50, lembro-me de ver actuações de grupos musicais e não poucas vezes alguns espectáculos de pura magia, além de bailaricos, de entontecer os rapazes e raparigas daquele tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o vicio do jogo permaneceu e nas suas traseiras, funcionou aquilo que se chamava de Assembleia, e que mais não era que um local onde algumas pessoas de bem, como se dizia então, se juntavam para uma jogatina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construído entre os finais do século XIX, princípios do século XX, o edifício do casino começou por ter apenas um andar, tendo mais tarde sido acrescentado mais um andar, ficando da forma como o conhecemos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O andar superior, a ajuizar pelo tipo de azulejos que&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Casino-Azulejos.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Casino-Azulejos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; encimam a cornija, devia ter sido construído pouco depois de 1922 porque, como podemos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;verificar, representam a Cruz de Cristo, tipo de azulejo que foi profusamente utilizado em construções, como forma de exaltação patriótica, devido à Travessia Aérea Lisboa – Rio de Janeiro, feito espantoso para a época, de Gago Coutinho e Sacadura Cabral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sem duvida um edifício muito importante na história de Vizela porém, da forma que está, em degradação progressiva e inexorável, não serve os interesses turísticos da nossa terra e é urgente, da forma categórica, salvar da ruína um edifício que é parte integrante da nossa história&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115810470880957596?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115810470880957596/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115810470880957596' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115810470880957596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115810470880957596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/casino-peninsular-um-dos-mais.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115791583895367102</id><published>2006-09-10T20:03:00.000+01:00</published><updated>2006-09-10T20:17:19.030+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;Bombeiros de Vizela&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Novo-Quartel.1.3.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Novo-Quartel.1.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;Durante estes quase 130 anos de existência, muitas foram as horas de alerta, sacrifícios (e até morte), horas de abnegação, de coragem, de determinação e de um grande amor ao próximo, mas também muitas horas de alegria e merecido jubilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As comemorações do centenário, a recordação de grandes homens, como José Luís de Almeida, Amaro de Sousa ou António Mendonça Pinto, (aqueles de quem estive mais próximo e que já nos abandonaram, a quem neste momento de recordação, respeitosamente, curvo a minha cabeça num minuto de sincero recolhimento) e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Novo-Quartel.2.3.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Novo-Quartel.2.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;de muitos outros directores e ex. directores, bombeiros e beneméritos (alguns felizmente ainda vivos), que passaram por aquele benemérita associação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram sem dúvida grandes momentos na vida dos Bombeiros de Vizela, mas penso que um dos maiores momentos de toda a sua existência foi a inauguração do novo quartel. Pelo acalentar de um sonho, pela luta que envolveu, pelo carinho posto na sua concepção, por tudo quanto se girou à sua volta, pelos amigos que granjeou e até pelo desenvolvimento que se criou no local de construção.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Novo-Quartel.3.2.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Novo-Quartel.3.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;Sonho? Desde quando? Só Deus o sabe. Até um dia. Até ao dia 28 de Abril de 1972. Quando a direcção de então entendeu que era hora de passar do sonho à realidade.&lt;br /&gt;Ainda passariam contudo mais de 13 anos, até que finalmente, foi a gigantesca obra adjudicada a firma José Oliveira (Gastão) de Braga, depois da Direcção-Geral do Equipamento Regional e Urbano, dar o seu acordo, no dia 2 de Maio de 1985.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas passariam ainda mais 3 anos, tantos quantos demorou a sua construção e nesses 3 anos, quantas canseiras, quantas noites sem dormir. Felizmente nunca faltou o apoio do povo de Vizela, e não só com o seu encorajamento.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Novo-Quartel.hoje.2.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Novo-Quartel.hoje.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;E a festa foi bonita… 111 anos depois da sua criação, no dia 8 de Maio de 1988, era inaugurado com todas as pompas o novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Vizela, na presença de todo o povo de Vizela, de muitos amigos e convidados.&lt;br /&gt; Para que não sejam esquecidos, permito-me colocar aqui os nomes dos directores da altura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               &lt;span style="color:#ff0000;"&gt; Assembleia-Geral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;Presidente – Dinis Eduardo Lemos Victória Corais&lt;br /&gt;Vice-Presidente – Dr. Ramiro João Rocha de Freitas Machado&lt;br /&gt;1º Secretário – Salvador Caeiro Brás&lt;br /&gt;2º Secretário – Eduardo Armindo Leite Faria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                   &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Direcção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente – Amaro Pereira de Sousa&lt;br /&gt;Vice-Presidente – António de Sousa Oliveira&lt;br /&gt;1º Secretário – António João Ferreira da Costa Dias&lt;br /&gt;2º Secretário – Júlio César da Cunha Ferreira&lt;br /&gt;Tesoureiro – Luís Fernandes de Oliveira&lt;br /&gt;Vogal – Ernesto Gomes da Costa&lt;br /&gt;   “ - Carlos Luís Rosas de Carvalho&lt;br /&gt;   “ - Manuel Rogério Pinto Caldas&lt;br /&gt;   “ - António Domingos Carreira Lopes Guimarães&lt;br /&gt;   “ - Domingos Vaz Pinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Conselho Fiscal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente – José Ribeiro ferreira&lt;br /&gt;Vice-Presidente – José Fernando da Costa Vieira&lt;br /&gt;Secretário-Relator – Crau Eleutério de Almeida Vasconcelos&lt;br /&gt;1º Suplente – João Joaquim Dias Portas&lt;br /&gt;2º Suplente – António Dias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115791583895367102?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115791583895367102/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115791583895367102' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115791583895367102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115791583895367102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/bombeiros-de-vizela-durante-estes.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115775853463407600</id><published>2006-09-09T00:26:00.000+01:00</published><updated>2006-09-09T00:35:34.690+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Bombeiros Voluntários&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/1??-Comant..jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/1%3F%3F-Comant..jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Porque falar das Associações de Vizela, é também falar da história de Vizela irei, a partir de hoje, falar um bocadinho da história das várias associações de Vizela, não me preocupando com uma cronologia rígida e cega, rigorosa ou metódica, mas tão-somente falar um pouca de cada uma&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vimos já em anteriores postagens que, no segundo quartel do século XIX, Vizela era já uma povoação com alguma importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, se quisermos perder (ou ganhar…) um pouco de tempo a calcorrear algumas das ruas da cidade, vemos nas fachadas de algumas casas, a data da sua fundação, que nos remetem para aquele período. Assim não é de admirar que, em face da presença, já significativa, de aquistas e familiares, além dos naturais e outros visitantes, se inquietassem alguns espíritos face a uma hipotética desgraça. Para prevenir alguma desgraça, a Câmara Municipal de Guimarães, em 1865, mandou para Vizela, uma pequena bomba sem pessoal algum, pelo que quatro vizelenses se adestraram no manejo dessa bomba e se constituíram em bombeiros voluntários, prestando relevantes serviços aos seus conterrâneos.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Em Novembro de 1876, Armindo Pereira da Costa reúne em sua casa um punhado de vizelenses e constitui-se a primeira comissão que ficou assim ordenada: Armindo Pereira da Costa, António Pedro barros de Lima, António José Dias Pereira, Dr. Abílio Torres, Joaquim Ribeiro da Costa, António de Azevedo Varela, Luís Antunes Pereira, Joaquim de Freitas Ribeiro de Faria, Joaquim Pinto de Sousa e Castro, João Ribeiro de Freitas Guimarães e Clementino Marcelino de Oliveira. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Real-Associa????o.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Real-Associa%3F%3F%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Nesta reunião é eleita a 1ª Direcção que foi presidida pela Dr. Abílio Torres. Armindo Pereira da Costa foi nomeado 1º Comandante e Joaquim António da Silva, 2º Comandante. Organizam-se peditórios e quermesses, cujos produtos revertem a favor da Corporação, possibilitando a compra de diverso material.&lt;br /&gt;Era o dia 8 de Maio de 1877 e numa bela manhã, o Corpo Activo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vizela, com 30 homens garbosamente fardados, percorre as ruas de Vizela, depois de assistir a uma missa na igreja paroquial de S. Miguel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possuíam os bombeiros na altura o seguinte material: Uma bomba grande de 2 agulhetas, que custou 450$000 reis; 2 mangueiras que custaram 102$000 reis; um carro de material (escadas, bicheiros, machados, etc) que custou 150$000 reis; fardamento que custou 600$000 reis, etc. Todo este material foi comprado por donativos que a comissão instaladora consegui arranjar, lamantando-se na altura (se calhar, como agora!) o facto de ter somente doze sócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo destes quase 130 anos de existência, muitos são os louvores, condecorações e outras comendas que os Bombeiros já receberam, mas certamente o mais significativo de todos será o que foi concedido por D. Carlos I, em Carta Régia, atribuindo-lhes o titulo de Real Associação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115775853463407600?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115775853463407600/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115775853463407600' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115775853463407600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115775853463407600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/bombeiros-voluntrios-porque-falar-das.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115758578043750534</id><published>2006-09-07T00:31:00.000+01:00</published><updated>2006-09-07T00:38:39.326+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;VALE DO VIZELA(II)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;por Sant’Anna Dionísio&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Numerosas captações e canalizações, tanques e tinas, pavimentos de mosaicos, constituíam esse interessante estabelecimento termal romano, hoje invisível.&lt;br /&gt;Salvaram-se apenas alguns fragmentos de tubagens que foram recolhidos no museu arqueológico de Martins Sarmento, em Guimarães.&lt;br /&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Ponte-Romana3.2.jpg" border="0" /&gt;Por uma lápide epigráfica, de amplas proporções, de uns doze palmos de comprimento, retirada possivelmente de algum antigo pórtico, se depreende que junto das «termas romanas» de Vizela devem te&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;r existido templos ou edifícios de certo vulto. Na inscrição se diz que o oferente era um tal Flavius Archelaus Claudianus, legado imperial A ponte romana lançada sobre o Vizela a duas centenas de passos a jusante das termas estava decerto relacionada com uma das vias militares bracarenses: a que vinha do Vale do Ave para o Tâmega via Amarante.&lt;br /&gt;Pouco depois da época das grandes invasões germânicas, em 369, Vizela parece ter sido repovoada pelo rei visigodo Atanagildo.&lt;br /&gt;O topónimo da freguesia próxima de Tagilde talvez o relembre.&lt;br /&gt;Nos meados do séc. X (964), o rei asturiano Ordonho estanciou perto de Vizela, na sua vila de Cascalheira, que ele doou a uma dama da sua particular afeição, de nome Adosinda.&lt;br /&gt;Um século mais tarde, o rei de Leão, D. Afonso V, acompanhado da rainha-mãe, aí recebeu a visita dos frades beneditinos vimaranenses, que a condessa Mumadona protegeu e amimou, oferecendo-lhes, além de muitas rendas de pão e vinho, uma apreciável biblioteca. Era preciso, pois – escreve com certa razão o antigo e já citado lente de Matemática, Pereira Caldas – que nestas paragens de Vizela houvesse então edifícios capazes da acomodação dum rei e uma rainha e preciso se tornava, igualmente, que muito grande fosse então a nomeada dessas águas sulfurosas para que a corte chegasse a abalar-se para elas, através das grandes distâncias do interior da Espanha.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Jardim1.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Jardim1.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;No século de oiro da Idade Média (o século de Dante e de Pedro Hispano), nasceu nas cercanias de Vizela, na obscura aldeia de Arriconha, o viajado monge e pericial artífice S. Gonçalo, o padroeiro amarantíno e construtor da celebrada ponte sobre o Tâmega.&lt;br /&gt;Na mesma paróquia, Tagilde, se firmaria algum tempo mais tarde, um acordo importante entre o rei português, D. Fernando, e os delegados do duque de Lencastre – o chamado pacto de Tagilde que seria o primeiro instrumento jurídico do tratado de aliança que ainda hoje perdura entre Portugal e Inglaterra.&lt;br /&gt;À vista de Vizela transitou rapidamente, em fins de Maio de 1809, o pequeno exército napoleónico de Soult, que, em marchas forçadas, pela cumeada dos montes, procurava alcançar a raia da Galiza, no Alto Cavado.&lt;br /&gt;De passagem por Pombeiro, essa tropa fugitiva lançou fogo ao mosteiro e dai seguiu para o Norte, juntando-se aos destacamentos, vindos de Amarante, de Loison, e aos dragões de La Houssaye, que haviam ocupado Guimarães durante dois meses. (FIM)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115758578043750534?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115758578043750534/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115758578043750534' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115758578043750534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115758578043750534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/vale-do-vizelaii-por-santanna-dionsio.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115753016124527715</id><published>2006-09-06T08:57:00.000+01:00</published><updated>2006-09-06T09:09:21.836+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;VALE DO VIZELA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;por Sant'Anna Dionisio&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Há quem pressuponha e com algum fundamento, que no lugar onde hoje se situa Vizela teria existido um acampamento romano porventura o relacionado com a expedição subjugante dirigida e promovida, nos meados do séc. II a. C. {138), por Décio Bruto, contra os clans lusitanos existentes entre o sulco do Douro e do rio Minho.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Panor??mica.1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Panor%3F%3Fmica.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Na verdade, no local e nas cercanias, têm sido exumados muitos vestígios de construções de feição romana e algumas lápides epigráficas que corroboram essas conjecturas.&lt;br /&gt;Um antigo lente de matemática do liceu de Braga, o professor Pereira Caldas, conheceu e examinou alguns desses vestígios, referindo-se, com precisão, às tejolarias, cavas e lanços de fossos &lt;em&gt;«ainda bem conservados em parte e com disposição bastante apreciável dos tabuleiros e planos inclinados.»&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Provavelmente a instalação desse campo militar teria sido cultivada pela resistência que os moradores de uma cividade lusa designada&lt;em&gt; Cinnânia&lt;/em&gt;, cuja localização exacta se ignora – tão habitual eram a destruição radical e implacável ordenada pelos chefes romanos quando os nativos de uma região ou cividade lhes ofereciam resistência ou se sublevavam&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Dada a situação dominante da cividade fortificada, os Romanos ter-se-iam visto na necessidade de recorrer a certos preparativos de assédio. O acampamento de Vizela teria sido uma das bases do cerco ou assalto que decerto terminou pelo extermínio dos altivos Cinnanenses e pela destruição da sua urbe.&lt;br /&gt;Em 1788 foi achada nas Caldas de Vizela uma lápide epigráfica, honorífica, em cujo fecho se lia o nome abreviado dos Cinnanenses (R. COS. (CINN). Era uma pequena pedra quadrangular, com inscrições nas quatro faces.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Achados.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Achados.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na época imperial da «paz romana», Vizela, tornada conhecida pelas virtudes terapêuticas das suas múltiplas nascentes de águas sulfurosas, passou a ser uma estância termal de relativo luxo, segundo se infere dos impressivos vestígios de instalações balneares que aí se descobriram nos meados do século passado, quando se deu inicio ao reaproveitamento das águas. Desgraçadamente, por determinação de uma edilidade vimaranense pouco esclarecida, esses achados, verdadeiros testemunhos dos hábitos hidro-terápicos dos antigos dominadores da Península, foram novamente entulhados.&lt;br /&gt;Se tivessem sido resguardados, seriam talvez a mais importante ruína balnear ibérica da época da Romanização.&lt;br /&gt;Deve dizer-se que essa rude destruição se efectuou apesar das prudentes advertências de um publicista, Wenceslau de Sousa, que, em 1849, num periódico portuense (Cf. Nacional, Nº 146, de 28-Junho), escreveu:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«A Câmara deveria explorar todo aquele terreno com as cautelas que demandam tais escavações...; porém, é condição nossa, dos cargos municipais caírem sempre em mãos...» [!!!]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115753016124527715?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115753016124527715/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115753016124527715' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115753016124527715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115753016124527715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/vale-do-vizelapor-santanna-dionisio-h.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115741085564889475</id><published>2006-09-04T23:51:00.000+01:00</published><updated>2006-09-05T00:07:30.513+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;Ainda o Parque das Termas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#009900;"&gt;Porque a necessidade aguça o engenho, tenho procurado artigos e outros textos, que me falem do Parque das Termas e nessa procura, encontrei este belo artigo publicado no Jornal “ Noticias Agrícola” na sua edição de 1 de Setembro de 1949 e assinado por João Moreira da Silva.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Tilias.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Tilias.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Quatro fotografias de frondosas árvores ilustram esse artigo, com as sugestivas legendas: “ Lindíssimas “ &lt;em&gt;Taxadiuns Distinchum&lt;/em&gt;”, nas margens do Vizela”; “ Estes eucaliptos não são da Austrália, mas do Parque de Vizela...”; “ dois belos exemplares de “&lt;em&gt;Cedrus Deodara&lt;/em&gt; e no primeiro plano uma &lt;em&gt;Fourcroya Gigantes&lt;/em&gt;”; e ainda: “uma &lt;em&gt;Taxodium Sempervirens Gigante&lt;/em&gt;, do Parque de Vizela”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são as legendas das fotos que acompanham o artigo em causa, intitulado “ UMA VOLTA POR VIZELA” em que o autor, a determinado passo refere: “ (...) mananciais de água nascem a 47, 5 graus, no subsolo do romântico Vizela que atravessa a Vila, com os seus açudes e represas, depois de formar um lindo lago no grandioso Parque das Termas. Este lago, circundado de árvores de belo porte, como os magníficos exemplares das celebérrimas &lt;em&gt;Sequóias da&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Califórnia&lt;/em&gt; &lt;em&gt;(Taxidium Sempervirens),&lt;/em&gt; o &lt;em&gt;Cedro Bastardo do&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Estrela.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Estrela.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt; Noroeste&lt;/em&gt; da África, conífera que chega a atingir 200 metros de altura e 10 de grossura, dando ideia de enormes colunas monolíticas, coroadas de ramos verdes, curvados graciosamente sobre a terra. São desta variedade as árvores monstruosas das Costas do Pacifico e à volta do “Glaciar Point” (...) Dos exemplares existentes no Parque de Vizela, que devem ter três quartos de século de existência, pois foram plantados entre 1875 e 1880, mede o mais grosso dois metros de diâmetro com altura superior a trinta metros. São exemplares notabilíssimos, como outros certamente não existem em Portugal e que devem ter sido plantados, quando da construção do Parque pelo então Director das Termas Dr. Abílio Torres, grande amador de arvores (...). Mas não somente as Sequóias Sempervirens as árvores notáveis ali existentes, pois encontramos lá também, quatro notabilíssimos exemplares de &lt;em&gt;Taxidium Distinchum&lt;/em&gt;, um deles com um metro e vinte de diâmetro. (...) São dos maiores e mais antigos que temos encontrado (...) dois deles estão plantados na margem do rio e formam um contraste precioso com os &lt;em&gt;Amieiros&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Robinias e Freixos&lt;/em&gt;, etc.” E a descrição sobre as árvores do Parque continua: “ Neste Parque de Vizela, que possui muitos encantos e magnificas sombras, existem outras arvoras notáveis pelo tamanho, como as belas &lt;em&gt;Araucárias Brasilenses&lt;/em&gt;, ao lado das&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Platanos.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Platanos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Cryptomerias&lt;/em&gt;, que é a maior árvore do Japão, chegando a ter 36 metros de altura e mais de 10 de diâmetro. As fenomenais e belas Tílias &lt;em&gt;Argenteas&lt;/em&gt; de folhagem prateada, os belos e gigantescos &lt;em&gt;Platanus Orientalis&lt;/em&gt;, os velhos &lt;em&gt;Cupressus Lusitanica&lt;/em&gt;, as grandiosas &lt;em&gt;Magnolia Grandiflora&lt;/em&gt;, os belos e piramidais &lt;em&gt;Cedrus Deodara&lt;/em&gt;, os elegantes &lt;em&gt;Cedrus Atlantida Glauca&lt;/em&gt;, as majestosas &lt;em&gt;Tulipiferas (Liriodendron Tulipifera),&lt;/em&gt; a celebre Arvore do Ponto, por coincidir a floração com a época dos exames, os velhos e altivos &lt;em&gt;Quercus Pedunculata&lt;/em&gt;, o Carvalho dos nossos antepassados, os &lt;em&gt;Acer Campestre&lt;/em&gt;, os gigantescos e direitos &lt;em&gt;Eucalyptos Glóbulos&lt;/em&gt; e até um belo exemplar de &lt;em&gt;Fagus Sylvática&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Tricolor”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Coretto.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Coretto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Moreira da Silva termina &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o seu belo e extenso artigo desta forma: (...) vi dúzias de &lt;em&gt;Agaves Cizelanas&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Forcroyas Gigantes&lt;/em&gt; (...) que dão ao Parque uma nota muito Africana, (...) notei soberbos Abetos e outras árvores e arbustos notáveis, como a Malaleuca com 10 metros de altura, uma mata de Austrálias, a conhecida &lt;em&gt;Acácia&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Melanoxylon&lt;/em&gt;, que formam com os &lt;em&gt;Eucalyptos &lt;/em&gt;e outras espécies, um denso bosque, logo a seguir ao Parque”.&lt;br /&gt;As árvores da entrada do Parque das Termas de Vizela, foram em grande parte destruídas pelo ciclone de 1941, mas a Direcção das Aguas Termais mandou a seguir recompô-lo e plantar no lugar das &lt;em&gt;Tílias&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;o&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Quercus Rubra&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;o Carvalho Americano&lt;/em&gt;, de bela folhagem recortado e que fica vermelha no outono. A fazer fundo com esta linha de árvores, estão uns &lt;em&gt;Acer Negundo Folis Aureis&lt;/em&gt;, que dão alegria à entrada do Parque, com a sua folhagem clara&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115741085564889475?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115741085564889475/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115741085564889475' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115741085564889475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115741085564889475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/ainda-o-parque-das-termas-porque.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115713586315390161</id><published>2006-09-01T19:32:00.000+01:00</published><updated>2006-09-01T19:37:43.166+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Sedas Vizela – o que resta...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Foi durante muitos anos uma das maiores e melhores empresas da região, dando emprego a centenas de famílias de Vizela e arredores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Sedas.Vizela.1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Sedas.Vizela.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Foi ainda a “mãe” de muitas outras que vieram a seguir.&lt;br /&gt;Proporcionou criação de riqueza e levou o nome de Vizela a muitas paragens deste País.&lt;br /&gt;O seu nome e nome do seu fundador corriam Portugal de lés a lés.&lt;br /&gt;Infelizmente, por razões que não cabem nesta crónica, veio a morrer ingloriamente, lançando no desemprego algumas centenas de pessoas.&lt;br /&gt;Depois de várias tentativas de viabilização resta apenas o esqueleto enorme, abandonado, alcandorado em colunas enormes sobre casas e ruas desta cidade, que todos queremos ver crescer e desenvolver.&lt;br /&gt;E o passado, por mais glorioso que possa ter sido, não se compadece com as necessidades do presente e do futuro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, durante anos se lamentou (e criticou) quer a sua construção, quer a sua localização, com o argumento que travava o normal crescimento da terra, não faz sentido que agora que está abandonada, continue a ser uma monstruosidade dentro da cidade, tornando-se urgente uma solução que permita a sua reconversão, possibilitando um crescimento mais harmonioso da cidade, de encontro ao verdadeiro desenvolvimento que se pretende seja rápido e eficiente.&lt;br /&gt;A sua construção, assente em inestéticas colunas, assombra a paisagem e se, noutros tempos, mercê das necessidades de laboração, geradora de riqueza e de mais valias para muitas famílias teve de se tolerar e aceitar, no presente isso já não acontece e assim sendo, torna-se imperioso, por parte de quem decide dos destinos desta cidade e deste município, decisões rápidas, sensatas, decisivas, concretas e correctas, procedendo à sua demolição (principalmente as zonas que estão sobre ruas e casas) convertendo aquele espaço numa fonte de desenvolvimento e crescimento. E nem a mira de hipotéticos negócios de ocasião, que possam ser acenados por um prato de lentilhas, poderá obstar ou travar as decisões que mais possam interessar a Vizela. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Sedas.Vizela.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Sedas.Vizela.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;E o que interessa a Vizela, neste momento presente, é o seu desenvolvimento, o alargamento da cidade, sem monstruosidades a assombra-lo.&lt;br /&gt;E não se diga que o momento não é oportuno, que ainda é muito cedo para fazer crescer a nossa cidade, unindo a zona da Ponte Romana, de forma harmoniosa, com jardins e avenidas, à zona do Chambers e do ex. Externato de Vizela, que prevejo no futuro, venha a ser uma zona de grande beleza e de grande interesse para Vizela, construindo na suas instalações uma casa de cultura, museu e demais estruturas de interesse fundamental, para todos os munícipes do Concelho de Vizela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proximidade com o antigo Mourisco Club, com a Ponte Romana, a possibilidade de dar outro esplendor à casa onde viveu o Dr. Pereira Reis e a conversão de todo o espaço envolvente, leva-nos a desejar uma rápida e eficaz decisão, que não pode nem deve ser contrariada por interesses escuros e mesquinhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115713586315390161?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115713586315390161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115713586315390161' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115713586315390161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115713586315390161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/09/sedas-vizela-o-que-resta.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115701323835804473</id><published>2006-08-31T09:25:00.000+01:00</published><updated>2006-08-31T09:33:58.370+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;S. Gonçalo de Amarante&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Nasceu na freguesia do Divino Salvador de Tagilde, Concelho de Vizela, no lugar de Arriconha, da família dos Pereiras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em Arriconha não falta, desde tempos imemoriais, a capela dedicada a S. Gonçalo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Os seus pais eram pessoas de nobre linhagem e deram ao seu filho uma esmerada educação cristã não só pela palavra como sobretudo pelos exemplos das suas virtudes cristãs.Atingido o uso da razão, foi confiado a um douto e virtuoso sacerdote sob cuja direcção&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Capela-S.-Gon%3F%3Falo..4.jpg" border="0" /&gt; iniciou os seus estudos. Chamava a atenção a sua modéstia, a candura, o esforço em se aperfeiçoar na prática da vida cristã e os progressos que ia fazendo nos estudos. Entre outros foram estes os motivos principais que moveram o Arcebispo de Braga a admiti-lo, como seu familiar, e, sob os auspícios do Prelado, cursou as disciplinas eclesiásticas, vindo a ser ordenado sacerdote e nomeado Pároco da freguesia de S. Paio de Vizela, apesar da sua humildade e resistência.&lt;br /&gt;No desempenho do seu múnus pastoral começou a brilhar na prática das virtudes, sobressaindo no zelo apostólico, na castidade e na prática das obras de misericórdia para com os pobres, gastando a maior parte dos rendimentos da paróquia em aliviar as suas necessidades materiais, sem esquecer as necessidades espirituais do seu rebanho, prodigalizando a todos amor e consolação.Alimentava no seu coração um desejo ardente de visitar os túmulos dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo e os Lugares Santos da Palestina afim de melhor viver as Mistérios da nossa Redenção. Obtida a licença do seu Bispo, deixou os seus paroquianos ao cuidado dum sobrinho sacerdote, peregrinou primeiro a Roma donde passou a Jerusalém e demais terras da Palestina onde se demorou 14 anos. Entretanto, começou a sentir certo remorso por tão longo abandono da sua paróquia, avivaram-se as saudades da Pátria e dos seus filhos espirituais e veio-lhe ao íntimo o pressentimento dos males espirituais de que padeciam, provocados por tão longa ausência e possível falta de zelo de seu sobrinho. Foram motivos mais que suficientes para regressar apesar dos inumeráveis incómodos e perigos que a viagem supunha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Regressa da Terra Santa&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/1628_20060704093053.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/1628_20060704093053.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O seu sobrinho, além de o não aceitar e não reconhecer como verdadeiro e legítimo pároco, escorraçou-o de casa e conseguiu, mediante documentos falsos, provar ao Arcebispo D. Silvestre Godinho que Gonçalo morrera e ser nomeado pároco da freguesia.&lt;br /&gt;Resignado com semelhante atitude, deixou S. Paio de Riba-Vizela e foi pregando o Evangelho desde aquelas terras, até à margem do Tâmega, vindo a encontrar o lugar onde hoje é a cidade de Amarante, então sítio inculto e quase despovoado, mas apto para a vida eremítica. Construiu uma pequena ermida que dedicou a Nossa Senhora da Assunção, nela se recolheu, saindo, de vez em quando, a pregar nos arredores e consagrando o tempo que lhe sobrava à oração e à penitência.&lt;br /&gt;Sentia, no entanto, necessidade de encontrar um caminho mais seguro em ordem a alcançar a glória eterna. Jejuou uma Quaresma inteira a pão e água e suplicou fervorosamente a Nossa Senhora lhe alcançasse do Senhor esta graça... Diz-se que a Virgem Maria lhe apareceu e lhe disse procurasse a Ordem em que iniciavam o seu Ofício com a Saudação angélica ou Ave-Maria. Essa Ordem era a dos Pregadores ou Dominicanos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115701323835804473?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115701323835804473/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115701323835804473' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115701323835804473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115701323835804473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/s_31.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115689599811160244</id><published>2006-08-30T00:50:00.000+01:00</published><updated>2006-08-30T01:12:23.856+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Castelo da Ponte”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mesmo correndo o risco de não ser entendido e, pior que isso, ser entendido como inimigo político, (???) (como nos tempos que correm vai acontecendo, sempre que alguém manifesta a sua opinião sobre &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Edificio%20castelo.1.3.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Edificio%20castelo.1.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;assuntos da nossa terra e que não seja coincidente com algumas cabeças pensantes e iluminadas), permito-me usar este meu blog, para falar de um tema que, tenho a certeza, interessa a muitos Vizelenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi com a intenção de um dia servir para os Paços do Concelho que, há cerca de 100 anos, Armindo Freitas Ribeiro de Faria, ilustre médico e grande bairrista Vizelense, mandou erigir (para o qual gastou uma avultada fortuna) um soberbo, amplo e notável edifício, que os Vizelenses conhecem por “ Castelo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionou ali, nos primórdios da sua fundação e durante muitos anos, o Palacete Mourisco Club, propriedade do já referido Dr. Armindo Freitas Ribeiro de Faria, que alem de médico conceituado, foi Governador Civil de Braga e Senador da Republica – onde se reunia a “nata” da comunidade Vizelense de então, principalmente quando o protocolo ou a arte de bem receber assim obrigava, como em 3 de Junho de 1912, em Sessão Solene comemorativa do lançamento da primeira pedra, para construção do Hospital de Vizela.&lt;br /&gt;Depois e ainda durante muitos anos, até princípios dos anos setenta, funcionou naquele local um estabelecimento de ensino, o Externato de Vizela, por onde passaram e fizeram os seus estudos, milhares de jovens de Vizela e doutras localidades, para desde então, após abandono do corpo docente que ali ministrava educação e... &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Edificio-Castelo.2.0.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Edificio-Castelo.2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;“criação”, cair em decadência até aos dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, desde sempre, os Vizelenses consideraram o “ Castelo” como o local apropriado para os Paços do Concelho, profusamente apregoado sempre que a comunicação social falava de Vizela, fazendo-se ali inclusive, nos idos de oitenta, uma grandiosa manifestação de apoio às reivindicações dos Vizelenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Durante anos, no cimo do seu torreão, esteve desfraldada uma bandeira azul e amarela...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado que está o Munícipio de Vizela e  iniciada a obra que irá receber os Paços  do Concelho, e embora se reconheça que no imediato, (mais ainda agora  que os seus proprietários o colocaram à venda) dificil se torna albergar ali  o que quer que seja, dado o estado avançado de degradação em que se encontra,  a clamar obras importantes, certamente incomportáveis nos tempos mais próximos, a verdade é que, embora desconhecendo o que nos reserva o futuro, sabemos que este se constrói no presente, preservando e respeitando a memória do passado.&lt;br /&gt;O sentido de oportunidade, a memória sentimental, a carga de simbolismo e a sumptuosidade que o ex. Palacete Mourisco Club carrega consigo, deve ser merecedor da nossa atenção, protecção e garantia para toda a comunidade de mais um valioso acervo para o património colectivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;Isto, antes que apareça um qualquer &lt;em&gt;“mecenas”&lt;/em&gt; que o transforme em inestético centro comercial ou outra coisa pior...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115689599811160244?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115689599811160244/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115689599811160244' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115689599811160244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115689599811160244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/castelo-da-ponte-mesmo-correndo-o.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115684019072694087</id><published>2006-08-29T09:21:00.000+01:00</published><updated>2006-08-29T09:29:50.736+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Parque das Termas (Fim&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Numa altura em que se pretende que o Parque das Te&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;rmas de Vizela venha a ter o esplendor de outrora e em seguimento ao post anterior, permito-me transcrever alguns excertos de um artigo, escrito José Duarte Oliveira em 1886, no Jornal de Horticultura Prática, que então se publicava na cidade do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tem-se falado já muitas vezes das obras do Parque de &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Olhando-o-c??u.5.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Olhando-o-c%3F%3Fu.5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Vizela e, com efeito, é um dos trabalhos de jardinagem mais importantes que ultimamente se têm empreendido no nosso país.&lt;br /&gt;Muitos dos que nos lêem conhecem as Caldas de Vizela, essa encantadora aldeiazita, cheia de poesia e cercada de paisagem harmoniosa, que arrouba em doce êxtase o Artista que sabe sentir, que sabe distinguir o belo, que conhece a arte em todas as sua minudências.&lt;br /&gt;O local onde se procede à obra não é como outro qualquer. Ali há uma grande dificuldade, porque não se trata de simples jardinagem: trata-se duma indefinida combinação de ideias, em que preciso respeitar sobretudo a Natureza, modificando-a, todavia, por modo que essa modificação cause uma impressão agradável e, sobretudo artística, sob o ponto puramente estético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Que luta de gigante!...Destruir tudo o que a Natureza criou; esmaga-la a golpes de machado e criar uma nova Natureza! Remover terras, formar de terrenos acidentados planícies por onde os reumáticos possam passear sem esforço; em montanhas inacessíveis abrir estradas e avenidas pitorescas para onde os convalescentes possam ir aspirar ares puríssimos; transformar uma área considerável em Jardim atractivo, tal foi a ideia da Companhia das Caldas de Vizela e que os Srs. José Marques Loureiro e Jerónimo Monteiro da Costa tentaram por em prática.&lt;br /&gt;Visitamos os trabalhos e difícil é hoje dizer-se o que será tudo aquilo, conquanto se lhe esteja dando a ultima demão, porque as obras de jardinagem só se podem avaliar quando as plantações tomam um certo desenvolvimento. Há a disposição das plantes, os agrupamentos, os efeitos, os golpes de vista e mil e um acessórios, que só é possível avaliar-se passados anos. É tal qual os ensaios de um drama: só quando todos os actores se apresentarem a caracter, é que se pode dizer do seu merecimento.&lt;br /&gt;E no Parque de Vizela ainda está tudo despido: é necessário tempo; muito tempo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O lago que se anda construindo é dos maiores que há em &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Reflexos-no-Lago.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Reflexos-no-Lago.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Portugal; mas pelo projecto aprovado, dificilmente se poderá levar a cabo. Consiste em introduzir-lhe um braço de rio que deve alimenta-lo, tendo mais abaixo uma saída. Sucede naturalmente que a corrente e as cheias destroem tudo e, melhor seria que, por meio de comportas, se lhe conservasse sempre a água necessária para navegar e se desistisse da saída.&lt;br /&gt;São obras hidráulicas que custam muito e que nenhuma importância têm para casos destes.&lt;br /&gt;E, de resto, o rio Vizela não é navegável naquele sítio e, por isso, não vemos a vantagem que possa ter a tal saída”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115684019072694087?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115684019072694087/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115684019072694087' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115684019072694087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115684019072694087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/parque-das-termas-fim-numa-altura-em.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115672012047017305</id><published>2006-08-28T00:00:00.000+01:00</published><updated>2006-08-29T09:33:56.070+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Parque das Termas (I)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Porque cada vez mais, agora que o têxtil se vai &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Entrada.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Entrada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;arredando da nossa região, se torna imperioso, essencial e absolutamente necessário relançar o turismo, nomeadamente o turismo termal, trazer a este espaço um local que está no âmago de cada vizelense e que todos gostariam de ver – efectivamente – revitalizado, quase se torna uma obrigação minha, [o que faço com muito gosto] esperando que os novos responsáveis por aquele espaço &lt;em&gt;(Câmara Municipal de Vizela, após&lt;/em&gt; &lt;em&gt;o&lt;/em&gt; &lt;em&gt;protocolo assinado com a Companhia de Banhos&lt;/em&gt; &lt;em&gt;de Vizela)&lt;/em&gt; dêem seguimento àquilo que foi prometido a todos os Vizelenses, quer na altura da assinatura do protocolo, quer depois em declarações à Comunicação Social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parque das Termas em Caldas de Vizela, foi criado entre 1884 e 1886, pelo famoso horticultor portuense José Marques Loureiro, proprietário do Horto das Virtudes e pelo jardineiro paisagista Jerónimo Monteiro da Costa, autor dos Jardins Arca d`Água, do Carregal e de outros jardins da cidade invicta.&lt;br /&gt;Como toda a gente sabe, o Parque actual &lt;strong&gt;&lt;em&gt;[ainda]&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; apresenta&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Chal??.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Chal%3F%3F.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt; sinais preocupantes de degradação, com a invasão de eucaliptos (que voltaram a nascer depois da grande "carecada" dada por ordem da C.B.V.), acácias, giestas e muitas ervas daninhas, (pese embora alguma limpeza - um tanto apressada - ) além das poluídas águas do Vizela, que assombram o bucolismo que se pretende para o local. Mas as arvores que José Marques Loureiro plantou há mais de 120 anos, atingiram um desenvolvimento luxuriante, emprestando ao local uma imponência e solenidade únicas. Poucos parques ou jardins existem com uma concentração tal de árvores gigantescas: &lt;em&gt;Araucárias, Liriodendrons Tulifera, Liquidámbars, Querqus Ruber, Sequoias, Mangnólias&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Grandiflora&lt;/em&gt; e muitas outras espécies fazem deste “nosso” parque um local único de visita obrigatória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115672012047017305?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115672012047017305/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115672012047017305' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115672012047017305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115672012047017305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/parque-das-termas-i-porque-cada-vez.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115663351650978490</id><published>2006-08-26T23:40:00.000+01:00</published><updated>2006-08-28T09:02:00.736+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Abusos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Ponte-Nova.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Ponte-Nova.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="299" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Ponte-Nova.0.jpg" width="221" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;Porque alguém, de modo impróprio, abusivo e até indecoroso, está a utilizar algumas das minhas fotos aqui postadas, para uso pessoal, sem mencionar a autoria das mesmas e pelo contrário, chamando a si a autoria&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;e ao que parece, com recolha de &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Ponte-Nova.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;proventos, ( não obstante algumas das fotos estarem assinadas, o que pressupõe posterior manipulação...) sou obrigado a reduzir a resolução das mesmas, por forma a obviar a sua utilização&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Aos meus habituais visitantes e principalmente aos que me preveniram destes abusos, o meu muito obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Júlio César Ferreira&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115663351650978490?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115663351650978490/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115663351650978490' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115663351650978490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115663351650978490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/abusos-porque-algum-de-modo-imprprio.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115649461112640987</id><published>2006-08-25T09:22:00.000+01:00</published><updated>2006-08-25T09:37:02.203+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Banhos de Caldas (Fim)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;por Ramalho Ortigão&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Além de muitas casas mobiladas, que se alugam pelos preços dependentes dos cómodos que oferecem, há em Vizela dois bons hotéis: o conhecido pela designação de Hotel do Padre, o &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Banhos.4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Banhos.4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;mais próximo dos banhos da Lameira, e o &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Hotel&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;do&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Cruzeiro do Sul&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;, casa situada em lugar muito pitoresco e construída expressamente para o fim a que se destina.&lt;br /&gt;Numa e noutra destas hospedarias o serviço é de mesa redonda e o preço de quarto e comida é de 1.000 reis diários por cada hóspede.&lt;br /&gt;Obtêm-se facilmente carruagens por preços aproximados aos de Lisboa e Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos estudos das principiais aguas minerais do reino, feitos oficialmente pelo sr. Agostinho Vicente Lourenço lêem-se a respeito das águas das Caldas de Vizela as seguintes linhas:&lt;br /&gt;Estas águas, que apresentam temperaturas muito diferentes, têm composição química análoga; são sulfurosas, pouco mineralizadas e tendo em dissolução pequenas quantidades dos elementos das rochas vulcânicas, em cujo seio brotam.&lt;br /&gt;Examinamos três destas águas, a do Mourisco, a da Lameira e a do Medico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água do Mourisco tem de temperatura 36 graus e meio e deixa evaporação e aquecimento do resíduo sólido a 180 graus. Este resíduo é principalmente formado de silicatos e cloretos alcalinos, assim como de pequenas quantidades de sais calcários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água da Lameira está situada a pequena distancia da precedente, e tem de temperatura 32 graus e meio&lt;br /&gt;A água do Medico está situada nas vizinhanças das águas já descritas e apresenta propriedades físicas e composição química análogas. Tem de temperatura 37°,5 com resíduo sólido, formado na maior parte de silicatos e cloretos alcalinos e alguns sais calcários.&lt;br /&gt;A água, observada no inverno (Novembro) pelo distinto geólogo Schiappa de Azevedo, marcava ás duas horas da tarde, na bica da Lameira, 60° centígrados, sendo a temperatura do ar à sombra 19°,5 com o tempo sereno&lt;br /&gt;O produto total das aguas, depois dos trabalhos de captagem feitos pelo sr. Dejante, monta a 327. 000 Litros em vinte e quatro horas, havendo varias nascentes que não se exploraram por, haver já o volume de água que se reputa suficiente para as necessidades do publico.&lt;br /&gt;O terreno em que brotam as águas de Vizela faz parte da grande zona de granito porfiroide que abrange o centro da província do Minho.&lt;br /&gt;De todas as caldas do reino as mais quentes, depois das de S. Pedro do Sul em que se encontra o máximo valor termométrico, são as das Caldas de Vizela, de cujo uso os reumáticos tiram um incomparável partido.&lt;br /&gt;Arriscado usar de aguas cujas nascentes não estejam averiguadas e cuja composição não tenha sido analisada pela química. Há pouco tempo ainda muitas pessoas que padeciam do estômago bebiam em Vizela a agua de certa bica celebrada na localidade pelas altas virtudes gástricas que muitas pessoas lhe atribuíam. Procurada ultimamente a nascente desse veio, reconheceu-se que ele era formado pelo esgoto da água servida nas tinas da Lameira. Aviso aos incautos, para que a recordação do mais nojento desastre não venha um dia a aliar-se nas suas carteiras de banhistas com outras lembranças mais ternas!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Vizela, 12 de Julho de 1875&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115649461112640987?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115649461112640987/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115649461112640987' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115649461112640987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115649461112640987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/banhos-de-caldas-fimpor-ramalho-ortigo.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115640764231614825</id><published>2006-08-24T09:06:00.000+01:00</published><updated>2006-08-25T09:39:31.600+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Banhos de Caldas (III)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;por Ramalho Ortigão&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Não eram grandes os divertimentos que a terra proporcionava então ao banhista e ao viajante. Em honrada verdade devo &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Banhos.3.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Banhos.3.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;mesmo acrescentar que esses divertimentos eram nenhuns. Cada um inventava para seu próprio uso os meios de se entreter. Havia a conversação na botica, no barbeiro, na loja do Bento da ponte, e ao pé dos banhos, debaixo do alpendre. E nada mais.&lt;br /&gt;Mas faziam-se partidas de pesca no rio, à linha ou com o mingacho, uma rede semelhante aos camaroeiros, da mesma forma das que se usam para caçar os insectos.&lt;br /&gt;Como a estação se prolonga desde o meados do mes de Maio até o fim de Outubro, caçava-se do mes de Agosto em diante, ás codornizes nos restolhos, e ás perdizes e ás lebres nas serras adjacentes.&lt;br /&gt;Depois havia os passeios à Cascalheira, as digressões a Braga, a Guimarães, a Fafe, as romagens ao Bom Jesus do Monte, os pic – nics, as burricadas.&lt;br /&gt;A localidade é, além disso, muito interessante para os estudos arqueológicos. Algumas piscinas conservam ainda relíquias de mosaico, fragmentos de antigas obras de mármore, do tempo da dominação romana. Em escavações empreendidas nestas paragens, não só no próprio circuito dos banhos, mas nas suas redondezas, acham-se toros de colunas, capiteis, argamassas, tijolarias, lápides com inscrições, moedas e medalhas. Estas são romanas ou celtibéricas; das segundas possui um exemplar primoroso o ilustre académico Pereira Caldas, professor do liceu nacional de Braga; as primeiras são do tempo de Tibério, entre as lápides encontradas em Vizela há uma de Tito Flávio Archelau, legado augustal na Lusitânia nos anos 80 a 90 depois de Cristo, no reinado do imperador Dauriciano, edificador em Roma de umas termas famosas. Esta lápide, com a configuração de cimalha de pórtico, acha-se recolhida na quinta de Aldão, do concelho de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Guimarães, e tem a seguinte inscrição:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;DEDICAVIT&lt;br /&gt;T. FLAVIVS. ARCHELAVS&lt;br /&gt;CLAUDIANVS&lt;br /&gt;LEG. AVG.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Outra lápide com inscrição foi encontrada no Mourisco em 1841, e conserva-se hoje no quintal da Sr.ª D. Maria da Costa, junto da ponte Velha do Vizela, na margem esquerda deste rio.&lt;br /&gt;Há ainda na quinta do Paço, em S. João das Caldas, uma lápide votiva ao deus Bormanico como a que existe na propriedade da Sr.ª D. Maria da Costa. A lápide que se acha na quinta do Cyrne, segundo, diz Emilio Hubner, ou na quinta do Paço, segundo nos informa o digno professor Sr. Pereira Caldas, tem a inscrição seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;C. POMPEIVS&lt;br /&gt;GAL. CATVRO&lt;br /&gt;NIS. F (il). (r) E (et)&lt;br /&gt;VGENUS. VX&lt;br /&gt;SAMENSIS&lt;br /&gt;DEO. BORMA&lt;br /&gt;NICO. V. S. L. M&lt;br /&gt;QVISQVIS. HO&lt;br /&gt;NOREM. AGI&lt;br /&gt;TAS. ITA. TE. TVA&lt;br /&gt;GLORIA. SERVET&lt;br /&gt;PRAECIPIAS&lt;br /&gt;PVERO. NE&lt;br /&gt;LINAT. HVNC&lt;br /&gt;LAPIDEM&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;São dignas, ainda da atenção dos antiquários uma furna que existe no monte de Lijó e uma antiga &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;capelinha&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, situada no monte da Santa, freguesia de &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Santo Adrião&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;. Defronte desta capela, na freguesia de Tagilde, na margem direita do Vizela, fica o lugarejo da Arriconha, onde nasceu S. Gonçalo de Amarante.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Bormanicus9MP.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115640764231614825?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115640764231614825/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115640764231614825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115640764231614825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115640764231614825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/banhos-de-caldas-iii-por-ramalho.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115636251409567077</id><published>2006-08-23T20:40:00.000+01:00</published><updated>2006-08-25T09:38:07.776+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Banhos de Caldas (II)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;por Ramalho Ortigão&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Ao outro dia acordei ás seis horas e abri a minha janela. Num cercado feito em volta da casa com ripes de pinho, canas e silvas com amoras, os&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Banhos.2.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Banhos.2.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; galos espenejavam-se e cantavam ao sol; os coelhos brancos gesticulavam avidamente ao pé de um braçado de couves, ou fugiam ás guinadas. Em baixo, a dez metros de distância, passava o rio entre choupos e castanheiros. No meio do rio havia um moinho, redondo, vestido de musgo e de heras, coberto com um telhado de colmo enegrecido, com grandes pedras pousadas em cima. A água cabia no açude com um estrépito diligente e alegre, e a roda da azenha, gotejando, girava lentamente na sombra húmida.&lt;br /&gt;Defronte, na colina oposta, sobre a outra margem, elevava-se a pequena &lt;strong&gt;&lt;em&gt;igreja de S. Miguel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; , com o seu campanário caiado de branco, tendo ao lado as casas da residência paroquial.&lt;br /&gt;Á varanda da casa, que deitava para o passal, estava a essa hora o reitor, um velho de oitenta anjos, magro, cabelos brancos saindo do seu barrete de retrós e caindo-lhe de cada lado do rosto e sobre a gola da sua longa bata desabotoada; calção curto, meia de lã preta. Ao lado dele uma rapariga de dezoito anos, com um longo colarinho redondo, de folhos, um lenço amarelo de grandes ramagens carmesins encruzado no peito e atado na cinta, as tranças enroladas na nuca dentro de um lenço escarlate, amarrado segundo a graciosa moda do sitio, deixando descoberto o alto da cabeça e pendendo numa ponta sobre as costas.&lt;br /&gt;Ela tinha no braço um cabaz e deitava mãos cheias de milho ou dava-o a comer na sua própria mão ou na mão do padre a toda a espécie de aves adejando no ar ou pousadas na varanda e no beiral do telhado. Eram galinhas, rolas, pombos, pardais, e uma grande arara, presidindo a tudo, pousada no combro do padre.&lt;br /&gt;A rapariga de quando em quando metia milhos na boca, e deitava a cabeça para trás. Então alguns pombos mais estimados, de leque, iam dar – lhe bicadas nos dentes.&lt;br /&gt;Ao pé da minha casa um homem, vestido de saragoça, com grossos sapatos, com o chapéu deitado para traz, a transpirar, descansava com um pé no degrau da escada exterior, tendo um côvado na mão e pousado no joelho o seu fardo constante de peças de palmo, um cobertor de papa com barra azul e uma caixa de pinho chata e quadrada, em que os bufarinheiros trazem as agulhas, as linhas, as rendas, os lenços finos de cambraia e a colecção dos Sabonetes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115636251409567077?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115636251409567077/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115636251409567077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115636251409567077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115636251409567077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/banhos-de-caldas-iipor-ramalho-ortigo.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115628843501263053</id><published>2006-08-23T00:08:00.000+01:00</published><updated>2006-08-26T00:18:36.980+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Banhos de Caldas (I)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;por Ramalho Ortigão&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;Nesta minha demanda por coisas de Vizela, referi já alguns dos escritores, poetas, romancistas, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;jornalistas e outros que, nos tempos áureos das termas e no período do romantismo por excelência, aqui passavam &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Banhos.1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Banhos.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;parte do seu tempo de férias e, não raras vezes, escolhiam esta terra e alguns dos seus melhores recantos para desenvolverem os tramas dos seus romances, ensaios ou simplesmente como impressões de viagens ou estadia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor das “Farpas” foi um desses insignes jornalistas que discorreu sobre Vizela, no seu livro “Banhos de Caldas”, escrito em 1875, do seguinte modo&lt;/em&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“A freguesia de Vizela está situada a cerca de 5 quilómetros da cidade de Guimarães, no coração do Minho. É um vale ameníssimo coberto de vegetação ensombrado de carvalhos e de castanheiros, rodeado de campos de milho enquadrados em renques de árvores de que pendem as vinhas, banhado pelas águas do rio Vizela, que atravessa a povoação. Na margem direita fica a Lameira, a parte mais povoada; na margem esquerda está situado o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mourisco&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Uma ponte de pedra comunica as duas margens. O que escreve estas linhas recorda-se, ao traça-las, da primeira manhã que passou nestas caldas há dezoito anos.&lt;br /&gt;Chegara na véspera, de noite, a cavalo numa mula, embrulhado no seu capote de jornada, com uma clavina no arção do selim ao longo de uma das bolsas do alforge, conforme o uso de todos os que nesse tempo viajavam no Minho. Tinha atravessado, guiado por um almocreve, a serra da Falperra cortada de fundos barrocais em que a agua dos veios que corriam chapinhava contra os estribos de pau; e as madressilvas suspensas em grossos festões dos valados musgosos envolviam os caminhantes.&lt;br /&gt;Era no princípio de Junho. Cantavam os rouxinóis nas balseiras. Das elevações da serra descobria-se a imensa paisagem que se desenrola até o mar, banhada pelo luar que batia as casinhotas brancas do santuário do Bom Jesus, atufadas entre as grandes massas escuras do arvoredo. Ouvia-se o gemer dos pinhais e das carvalheiras com um murmúrio solene e monótono como o das vagas, cortado a espaços pelo tilintar dos choca1hos de uma récua de machos que ia ao longe guiado por uns almocreves; e de quando em quando um coelho surpreendido e assustado atravessava com dois pulos, por diante de nós, o carreiro dos viandantes.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115628843501263053?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115628843501263053/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115628843501263053' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115628843501263053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115628843501263053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/banhos-de-caldas-ipor-ramalho-ortigo.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115608165169271833</id><published>2006-08-20T14:41:00.000+01:00</published><updated>2006-08-26T00:20:13.063+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Igreja de S. Paio de Vizela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por ser interessante a sua leitura, transcrevo do Inquérito Paroquial de 12 de Maio de 1842, a descrição sobre a Igreja de S. Paio de Vizela, feita pelo Pároco da altura, Abade Jozé Manoel Teixeira Moreira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Igreja-S.-Paio.10.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Igreja-S.-Paio.10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Tem a igreja de comprido 95 palmos, e de largo 25, ignoro sua fundação, sua invocação é S. Paio, o qual segundo a melhor opinião é santo português e das nobres famílias dos Cunhas e Sampaios deste reino, nascido no território de Coimbra, foi sobrinho de Hermogio, bispo de Tui, e mártir de 13 anos. Veja-se Frei Bernardo de Brito na 2ª parte do Epítome das Histórias Portuguesas, e D. Rodrigo da Cunha nas adições, a primícia parte da história de Braga, Sandoval na Crónica de el-rei D. Afonso VII a qual escreveu antes ser bispo de Tui, e outros que escreveram a sua vida; e como esta igreja está situada em uma elevação sobre o Rio Vizela, por isso se denomina S. Paio de Vizela, e antigamente S. Paio de Riba Vizela. Não há tradição ou documento algum de onde conste que já estivesse em outro lugar, sempre foi de Colação Ordinária, seu rendimento no tempo dos dízimos (do que melhor era não falar) andaria por 250$000 réis fora a3ª de todos os frutos, que pagava deste o tempo do Senhor Dom Frei Caetano arcebispo que foi de Braga, para o Conservatório dos Meninos Órfãos da [ilegível] em Braga, a residência fica contígua à mesma igreja, no que além do altar-mor há dois colaterais, um com invocação de S. Gonçalo que foi abade nesta freguesia, no qual está a sua imagem, a de Santo António advogado das coisas perdidas e da Santa Luzia advogada da vista, e outro é de Nossa Senhora do Rosário em que este também a imagem de milagroso mártir S. Sebastião advogado da peste, e de Nossa Senhora da Lapa. Tinha esta igreja bastantes trastes de prata, um grande lampadário de que lhe foi roubado pelos ladrões, de que muito abunda neste país, o resto foi para os franceses, e agora nem prata nem cobre tem. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115608165169271833?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115608165169271833/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115608165169271833' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115608165169271833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115608165169271833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/igreja-de-s.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115571915884003378</id><published>2006-08-16T09:40:00.000+01:00</published><updated>2006-08-26T22:11:16.683+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Portugal Artístico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Na procura de novos artigos para este espaço, rebusquei nos velhos &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Taleigos.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="318" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Taleigos.0.jpg" width="181" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;alfarrábios que possuo e encontrei esta preciosidade. &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;“Portugal&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Artístico”,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; obra essa que&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Aguadeiro.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 215px; CURSOR: hand; HEIGHT: 310px" height="315" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Aguadeiro.jpg" width="227" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; tinha adquirido há já um bom par de anos no meu alfarrabista habitual, na cidade do Porto.&lt;br /&gt;É uma completíssima Publicação Ilustrada da Livraria Magalhães e Moniz, da Rua dos Loyos, no Porto e foi publicada em 1905.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque se tornaria fastidioso transcrever todo o texto ali publicado nas páginas 161, 162,163,164,165,166 e 167, permito-me, para além das belas imagens que transporto para aqui, transcrever o seguinte: &lt;span style="color:#000000;"&gt;“ &lt;em&gt;Da Fonte dos Abraços à Ilha dos Amores&lt;/em&gt;, desde a &lt;em&gt;Ponte &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Lameira.3.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="160" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/400/Lameira.jpg" width="364" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Velha toda vestida de musgo e hera, até ao Chalet Wilby, deliciosa casinha perdida na espessura d’uma collina toda viridente, da Lameira ao Monte de S. bento, das margens salutares, frescas e amenas do pitoresco rio Vizella, até aos rústicos montes que dominam esta aprazível povoação, em toda a parte e sempre, o olhar curioso descansa em frescas paisagens e &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Rua-pv.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Rua-pv.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;deleitosos lugares, cheios de poesia e encanto. Pelo rio acima e na extensão de dois kilómetros, navegam lindos bateis, por entre margens tão belas como as mais celebradas da Suissa.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Cisnes.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="243" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Cisnes.jpg" width="289" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Resta-me dizer que todo o artigo publicado é da autoria de Alberto Velozo D’Araujo e foi escrito em Lisboa em Abril de 1904, com fotos da autoria do Sr. Carlos Brandão &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115571915884003378?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115571915884003378/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115571915884003378' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115571915884003378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115571915884003378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/portugal-artstico-na-procura-de-novos.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115549340323762927</id><published>2006-08-13T19:08:00.000+01:00</published><updated>2006-08-13T19:32:47.350+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;Tratado de Tagilde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Divino Salvador de Tagilde é uma freguesia pertencente ao Concelho de Vizela e ao Arcebispado de Braga, sendo única no nome em Portugal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Falar de Tagilde, é falar na assinatura do Tratado de Tagilde, entre o Rei Português D. Fernando, o Formoso e o Duque de Lencastre, de Inglaterra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Mas deixemos que sejam outros a “falar”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Pedras-Armas.0.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Pedras-Armas.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;“O Tratado de Tagilde foi um tratado firmado em &lt;/span&gt;&lt;a title="10 de Julho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/10_de_Julho"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;10 de Julho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt; de&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a title="1372" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1372"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;1372&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt; &lt;/span&gt;em &lt;/span&gt;&lt;a title="Tagilde" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tagilde"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;agilde&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;, freguesia do concelho de &lt;/span&gt;&lt;a title="Vizela" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vizela"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Vizela&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;. Foi um dos mais importantes acordos políticos de &lt;/span&gt;&lt;a title="Portugal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Portugal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;. O rei português D. Fernando assinou com os delegados do duque de Lencastre o chamado “pacto de Tagilde”. Esse acordo constituiu o primeiro instrumento jurídico de tratado da aliança entre Portugal e a &lt;/span&gt;&lt;a title="Inglaterra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Inglaterra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;,&lt;/span&gt; e ainda hoje perdura. Nesse pacto, Portugal tomava partido pela Inglaterra contra Henrique II de Castela e os seus aliados franceses. Junto à igreja matriz de Tagilde, encontra-se desde 1953 um elegante padrão em pedra que memoriza o acto entre os dois países” &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(in.Wikipédia)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/ph_fernando.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/ph_fernando.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;“Simultaneamente com o casamento do rei, [em segredo, com D. Leonor Teles] negociava-se com o maior sigilo um acordo que nos faria regressar à orbita inglesa. Em Julho de 1372 o rei [D. Fernando] dirigiu-se secretamente a uma pequena aldeia perto de Guimarães – &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tagilde&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; – e encontrou-se ali com dois embaixadores que tinham acabado de chegar de Londres: um deles era um hábil fidalgo da Corunha, que tomara o partido de D. Fernando e o acompanhara a Portugal em 1369: João Fernandes Andeiro. O segundo era um homem de armas, escudeiro do Duque de Lencastre, filho do rei de Inglaterra Eduardo III. O Duque casara naquele mesmo ano com D. Constança, filha de Pedro I de Castela, e por isso considerava-se herdeiro do trono de Castela”. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;História de Portugal – José Hermano Saraiva - Selecções Readers Digest)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Como curiosidade, refira-se que esta aliança entre Portugal e a Inglaterra, foi firmada durante o período em que Vizela dispôs de independência administrativa &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(durante 47 anos)...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;“no ano de 1361, el-rei D. Pedro doou a seu filho, o Infante D. João, as terras de Riba Vizela às quais concedeu independência administrativa. Conflitos gerados entre os Conventos de Roriz e de Guimarães, a par de outras vicissitudes da época, levaram à extinção da independência administrativa de Vizela, em 1408”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115549340323762927?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115549340323762927/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115549340323762927' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115549340323762927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115549340323762927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/tratado-de-tagilde-divino-salvador-de.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115540602167033404</id><published>2006-08-12T18:57:00.000+01:00</published><updated>2006-08-12T19:07:01.683+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por Vizela…sempre&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Já o disse antes…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A única intenção ao criar este espaço é divulgar a minha terra, as suas potencialidades paisagísticas, termais, comerciais ou industriais, gastronómicas, humanas, o seu património histórico/cultural, as suas freguesias com o que cada um delas possui de interesse, as suas raízes históricas, os seus monumentos, anseios, preocupações, enfim:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Polui????o.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Polui%3F%3F%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt; um pouco de tudo que sirva para melhor conhecermos esta Vizela, de quem, desde tempos remotos, muito se tem falado por esse país fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber dos escritores, poetas, pintores que a enalteceram em odes fantásticas, belas, inebriantes, ricas…&lt;br /&gt;Das suas paisagens, da mansidão do seu rio &lt;strong&gt;&lt;em&gt;(que continua&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;sujo, poluído, não obstante os milhões já gastos na sua hipotética limpeza…)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e do bucolismo das suas margens, o seu hotel e pensões, clubes culturais e desportivos e o próprio casino &lt;em&gt;&lt;strong&gt;(cuja fachada é de todo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;interesse preservar, assim como muitas outras da oitocentista Rua Dr. Abílio Torres&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;), as suas termas, o seu parque, os miradouros…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber dos fotógrafos famosos como Aurélio Paz dos Reis, Carlos Relvas, Salvador Villarinho Pereira, Sanches de Buena ou Frederick Flower &lt;em&gt;(pai do calótipo, contemporâneo&lt;/em&gt; &lt;em&gt;do daguerreótipo),&lt;/em&gt; ou do “nosso” Alfredo Bravo, dos pintores como Silva Porto e de muitos outros, que fixaram para a posteridade os mais belos quadros, que perduram em imponentes museus ou enriquecem colecções particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Camilo Castelo Branco, António Figueirinhas, Dias Freitas, Ramalho Ortigão, Alberto Pimentel, Raul Brandão, Pereira Caldas, Abade de Tagilde, Martins Sarmento, Leite de Vasconcelos, Pinho Leal, Padre Sena de Freitas ou a “nossa” poetisa Ana Amália Moreira de Sá, &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Casino.0.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Casino.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;da Ilustre Casa de Sá, em Santa Eulália e tantos outros, que nos legaram um acervo fantástico, val&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;ioso, ímpar, do qual nos devemos orgulhar &lt;em&gt;&lt;strong&gt;(e que precisa de ser catalogado, divulgado, preservado, protegido em arquivo próprio, em biblioteca municipal que, cada vez mais, é urgente criar).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Foi esta, somente, a minha intenção ao criar este “cantinho”. As outras intenções ficam com quem delas se alimenta…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115540602167033404?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115540602167033404/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115540602167033404' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115540602167033404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115540602167033404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/por-vizelasempre-j-o-disse-antes-nica.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115528851222948189</id><published>2006-08-11T10:21:00.000+01:00</published><updated>2006-08-11T10:31:38.363+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;S. João das Caldas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Já vimos, em escritos anteriores, quais as origens &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Pa??o-de-Gominh??es.Entrada.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Pa%3F%3Fo-de-Gominh%3F%3Fes.Entrada.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;de S. João das Caldas e de uma forma um tanto aligeirada, falamos de um dos mais importantes pergaminhos desta freguesia: a Fábrica de Papel de Origem Vegetal, que funcionou, até à sua destruição, na margem esquerda do Vizela, na Cascalheira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja actual, que recentemente, sofreu obras importantes, visando o conforto e aumento da capacidade de receber os seus fiéis, levadas a cabo pela força de vontade do actual pároco José Machado, foi construída entre 1904 e 1906.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da capela da Senhora de Lurdes, que se achava situada num pequeno outeiro e que foi destruída por sacrilégica mão, (&lt;em&gt;sem que as autoridades desta terra e deste país se interessarem&lt;/em&gt; &lt;em&gt;em punir o responsável pela destruição daquilo que é património de todos…)&lt;/em&gt; já depois de ter sido reconstruída pela autarquia de S. João, existiu ainda uma outra dedicada à Senhora da Lapa, junto da Ponte Romana que, já em 1752 se encontrava profanada e a servir de habitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nobre casa do Paço de Gominhães (&lt;em&gt;a que nos referimos mais adiante)&lt;/em&gt; existe uma outra capela, esta dedicada à Nossa Senhora de Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Pa??o-de-Gominh??es.Sal??o-Nob.2.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Pa%3F%3Fo-de-Gominh%3F%3Fes.Sal%3F%3Fo-Nob.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Possui este freguesia muitas casas nobres, a maioria delas, construídas nos finais do século dezanove, em bela traça granítica, com janelas e portas, uma ogivadas e outras em semi-volta, varandas ornamentadas com bonitos rendilhados em ferro fundido, ostentando a sua maioria a data da sua construção, quer nos rendilhados das varandas, quer no frontispício da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erecto nesta freguesia, fica o Paço de Gominhães, que foi honra por D. João I e confirmada por D. Duarte, em 27 de Agosto de 1434: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“ A um Francisco Soares de Aragão, concedeu D. Diniz para elle e sues descendentes, em 2 de Setembro de 1317 (1279 de Christo), o foro do solar conhecido, com todas as honras e jurisdições, privilégios, isenções e prerrogativas, que os príncipes e os infantes costumam gozar. E ainda que elle ou algum dos seus descendentes praticasse crime ou vício de qualquer qualidade, não perderia por isso a sua nobreza, nem fidalguia, nem bens!!...”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esta carta de honra foi, posteriormente, confirmada por D. João III, em 2 de Março de 1534 (…)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115528851222948189?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115528851222948189/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115528851222948189' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115528851222948189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115528851222948189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/s_11.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115516805390753661</id><published>2006-08-10T00:51:00.000+01:00</published><updated>2006-08-11T10:17:52.843+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Brasao.Sa.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 291px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" height="251" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Brasao.Sa.jpg" width="309" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;Casa de Sá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Santa Eulália de Vizela&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A cerca de 1 quilómetro do centro da cidade de Vizela, fazendo limite com S. João das Caldas, fica a Casa de Sá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perde-se na bruma dos tempos a origem desta nobre casa, mas sabemos que, nas Inquirições de D. Dinis, era já referida como a casa mais nobre de Riba Vizela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasão de Armas, bem visível na frontaria da casa, está para Sá, Gonçalves, Borges e Castros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligada de forma marcante na história de Portugal, aqui nasceu a 1ª Fábrica de Papel Vegetal da Europa que, como vimos já, em anteriores escritos, floresceu na margem esquerda do Rio Vizela, junto à Cascalheira, a poucos metros da Ponte de Ferro e que foi destruída pelos invasores franceses, que assim quiseram vingar os desaires, que os vizelenses lhes vinham infligindo em várias escaramuças, um pouco por todo o vale do Vizela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui nasceram figuras gratas da história, como a Poetisa Ana de Sá ou Moreira de Sá, que foi fundador do Conservatório de Musica e do Orfeão Portuense.&lt;br /&gt;Altos dignitários da Igreja, como D. António Ferreira Gomes, na política, na medicina e até na pintura, deu esta casa nomes ilustre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por aqui passaram figuras das artes e das letras como Camilo Castelo Branco, José Régio e muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Brasa??.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 294px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px" height="232" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Brasa%3F%3F.jpg" width="297" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Tem esta nobre casa uma Capela, dedicada à Senhora das Dores e a imagem da senhora de Fátima que ali se encontra foi a que serviu de exemplo ou molde, para a que está no Santuário de Fátima.&lt;br /&gt;Por curiosidade assinale-se que esta imagem esteve já no Vaticano.&lt;br /&gt;No chão desta capela, sob o lagedo frio, estão sepultados muitos dos seus ascendentes.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115516805390753661?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115516805390753661/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115516805390753661' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115516805390753661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115516805390753661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/casa-de-s-santa-eullia-de-vizela-cerca.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115499482485060516</id><published>2006-08-08T00:50:00.000+01:00</published><updated>2006-08-08T09:12:44.080+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Capela-Velha-S.Bento.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Capela-Velha-S.Bento.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Capela-Velha-S.Bento.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;S. Bento das Peras&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Capelinha Velha, como todos os habitantes deste imenso vale, gostam de chamar, foi construída num dos pontos mais altos do monte e é meeira das freguesias de S. Miguel das Caldas e Divino Salvador de Tagilde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pese embora o facto de se desconhecer a data da sua fundação, é um dado adquirido que foi edificada muito antes do século XVI.&lt;br /&gt;Ameaçando ruína, foi ordenado que nela se fizessem algumas reparações, após o que, em 1834, foi devolvida ao culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, já nos anos sessenta, por iniciativa dos párocos de Tagilde e S. Miguel, iniciou-se a construção da Capela Nova, demorando cerca de cinco anos a sua construção, tendo sido  inaugurada e benzida no dia 10 de Julho de 1971.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente, em Junho de 1999, D. Eurico Dias Nogueira, Arcebispo de Braga, por decreto próprio, elevou as duas Capelas a Santuário de S. Bento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;S. Bento&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu na cidade de Núrsia, Itália, em 480. Era filho de uma família abastada e foi para Roma para ali completar os seus estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma época de decadência e a invasão dos povos bárbaros enfraquecia toda a Europa e também a Itália&lt;br /&gt;Humilde por natureza, abandona os estudos para se dedicar só a Deus, tendo vivido como um anacoreta numa gruta a alguns quilómetros de Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansado de algumas más experiências de vida, foi para Monte Cassino e ai fundou o celebre Mosteiro e escreveu a Regra Beneditina que, passados todos estes anos ainda se mantêm firme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morreu em 547, no Mosteiro que fundou e onde repousam os seus restos mortais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o Padroeiro da Europa desde 1964, constituído por Ordem Papal, pelo Papa Paulo VI&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115499482485060516?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115499482485060516/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115499482485060516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115499482485060516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115499482485060516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/s_08.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115490647949488431</id><published>2006-08-07T00:15:00.000+01:00</published><updated>2006-08-07T00:21:19.503+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Cruzeiro-Sto.-Adri??o.-Porme.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Cruzeiro-Sto.-Adri%3F%3Fo.-Porme.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;O Cruzeiro de Santo Adrião de Vizela&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color:#006600;"&gt;A foto colocada (finalmente!!!) no post anterior, sobre a Igreja de Santo Adrião de Vizela, mostra-nos em primeiro plano o fantástico cruzeiro, que segundo José Bonfim Barreiros, na sua pagela “O cruzeiro de Santo Adrião de Vizela””, escrito nos anos vinte, mais precisamente em 1921, é muito curioso e tem o mérito de ser exemplar muito raro, senão único, da arte românica, pois apesar de conhecermos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;de visu&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; numerosas igrejas rurais românicas, foi o único que até hoje encontramos caracteristicamente daquela arte”. E continua José Bonfim Barreiros: “&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;a parte primitiva é formada pelo suporte cilíndrico e pelo cubo esculpido a que sobrepuseram, no século XVIII ou XIX a cruz que, pelas sua exageradas dimensões torna o conjunto deselegante. Resta acrescentar que é todo construído em granito".&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;E terminaria este texto simples&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;, com umas notas de António Vitorino, investigador de arte sacra que viveu nos princípios do século XX, no seu livro: Capela da Senhora da Tocha. “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Muito curiosas são as esculturas do Cruzeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; [próximo da Igreja]&lt;strong&gt;&lt;em&gt; representando o Mistério da Santíssima Trindade e S. Sebastião alvejado de setas, o sol e as estrelas, ingenuamente modeladas segundo as normas românicas.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115490647949488431?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115490647949488431/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115490647949488431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115490647949488431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115490647949488431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/o-cruzeiro-de-santo-adrio-de-vizela.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115479859218027206</id><published>2006-08-05T18:12:00.000+01:00</published><updated>2006-08-07T21:06:20.996+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Igreja-Santo-Adri??o..12.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Igreja-Santo-Adri%3F%3Fo..12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;IGREJA DE SANTO ADRIÃO&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Não ficaria muito bem falarmos de Vizela e esquecer as freguesias que compõem o seu Concelho.&lt;br /&gt;Assim de uma forma sucinta, suave e simples, iremos ao longo dos próximos dias, abordar alguns aspectos de cada uma das freguesias do Concelho de Vizela, ressalvando o facto de reconhecermos a nossa insipiência em alguns desses assuntos. Por julgar ser do interesse para muita gente, permito-me transcrever do Portugal Antigo e Moderno, (1873) de Pinho Leal, o seguinte: &lt;em&gt;“ A igreja matriz é um templo antiquíssimo e sagrada, talvez anterior ao século XI e, apesar de algumas reconstruções, ainda claramente demonstra a sua muita antiguidade. A Corografia &lt;strong&gt;(do grego chorographia =&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="conteudo"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; descrição de uma região, de um país&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;ou de um território&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;tradução minha&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt; de Carvalho diz que, por uns algarismos que estão numa pedra nas costas da Igreja, esta seria sagrada em 1202. Não encontramos tal data, mas na pia baptismal, vê-se a seguinte: &lt;strong&gt;f. 1110 a&lt;/strong&gt;.  Sendo exacta esta era, que suponho ser de César, a pia acusa o ano de 1072. Na parte externa da pia, inferiormente e como segurando-a, encontram-se umas figuras em alto relevo, de anjos ou que quer que seja, uma das quais é singular pela sua posição pouco decente. Não se podem examinar todas as figuras, porque parte da pia está metida na parede. Tem a igreja quatro altares: Mor, Nossa Senhora do Rosário, Trindade e Almas. Neste último vê-se um retábulo, cuja pintura me parece de algum merecimento e como tal tem sido apreciada pelos turistas que na época balnear visitam esta igreja(…)” &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#006600;"&gt;PS. Fiz uma transcrição suave deste texto de Pinho Leal, por me parecer mais fácil a sua leitura…&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115479859218027206?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115479859218027206/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115479859218027206' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115479859218027206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115479859218027206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/igreja-de-santo-adrio-no-ficaria-muito.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115468204269263533</id><published>2006-08-04T09:50:00.000+01:00</published><updated>2006-08-04T10:00:42.703+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Esta????o.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Esta%3F%3F%3F%3Fo.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;O Caminho-de-ferro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Vimos já em postagens anteriores que as Águas Termais (assunto a que voltaremos em próximo convívio) contribuíram de forma decisiva para o desenvolvimento de Vizela, sendo até o seu principal baluarte, principalmente, a partir de 1725 e até meados do séc. XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo e ainda por causa das Termas, o Caminho-de-ferro, também contribui de forma decisiva para que de uma maneira continuada, chegassem até a esta risonha terra, muitos das personagens ilustres daquele tempo, que aqui deixaram inúmeros testemunhos e até raízes que ainda se mantêm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Caminho-de-ferro chegou a Vizela em 31 de Dezembro de 1883, &lt;em&gt;inaugurou-se "a secção da&lt;/em&gt; &lt;em&gt;linha férrea de Guimarães, da Trofa a Vizella, dando entrada na estação deste nome, às 10 e 14 minutos da manhã o comboio galhardamente enfeitado e conduzindo os representantes da companhia, membros da imprensa e diferentes convidados, subindo ao nessa ocasião inúmeros foguetes, tocando ao mesmo tempo uma banda de musica e solando calorosos vivas a grande multidão de povo que atulhava a estação e suas dependências”&lt;br /&gt;Às 11 e 30 serviu-se um abundante lanche no Hotel Vizellense a 42 convidados reinando sempre a maior satisfação e trocando-se eloquentes brindes.&lt;br /&gt;É uma data memorável nos anaes da gentil Vizella&lt;/em&gt; (Pinho Leal - Portugal Antigo e Moderno-1890)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma descrição fabulosa, esta que Pinho Leal nos legou e que nos transporta para épocas em a elegância de costumes e o respeito pelas coisas e pelas pessoas estavam bem vincadas e eram ponto de honra entre gentes de todos estratos sociais, o que deveria servir de exemplo nos tempos de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presentemente, Vizela possui uma estação a todos títulos moderna e arrojada, com horários que satisfazem a grande maioria dos seus utentes, nas várias deslocações para diversos pontos do País, uma obra de concepção recente levada a cabo pela Refer, que alterou por completo o aspecto da nossa cidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115468204269263533?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115468204269263533/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115468204269263533' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115468204269263533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115468204269263533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/o-caminho-de-ferro-vimos-j-em.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115459624387180787</id><published>2006-08-03T09:49:00.000+01:00</published><updated>2006-08-14T00:34:41.033+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Águas Termais (I)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;As águas termais de Vizela, eram conhecidas já antes da denominação romana. Disto não há qualquer dúvida e a provar esta afirmação, estão duas epígrafes dedicadas ao deus Bormanicus, deus gentílico das fontes e deus lusitano, no Museu Martins Sarmento, em Guimarães. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/bormanicusfoto.6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="310" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/bormanicusfoto.6.jpg" width="105" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/image9MP.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="310" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/image9MP.1.jpg" width="88" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Bormanicus.4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" height="311" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Bormanicus.4.jpg" width="177" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/bormanicusQC6.8.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 183px; CURSOR: hand; HEIGHT: 330px" height="311" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/bormanicusQC6.8.jpg" width="148" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Epígrafes dedicadas a Bormanicus, encontradas em Vizela.A 1ª na Lameira, em finais do Séc.18 e a 2ª, em 1841, junto ao Banho do Médico&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi contudo, com a presença dos romanos, que os banhos se desenvolveram, pois sabemos que para estes conquistadores, as águas termais eram higiene e luxo. Com o declinar do Império Romano, também os estabelecimentos construídos, foram sendo abandonados daí os vestígios arqueológicos, (que deveriam estar a descoberto como testemunho de um passado de glórias…) que aqui e ali se vão encontrando. É, contudo, no dealbar do séc. XVIII, que o desenvolvimento de Vizela se faz sentir, precisamente com a descoberta de paredes de piscinas termais e ruínas de outros edifícios, “cuja descoberta por ordem da Câmara de Guimarães não continuou” (!?) (Conf. Portugal Antigo e Moderno, de Pinho Leal). Foi por instâncias de muitos dos historiadores e ilustres arqueólogos, como Mascarenhas Neto, Martins Sarmento e outros que se descobriram muitas das actuais nascentes e a partir daqui, era praticamente impossível travar o renascimento de Vizela. Apesar disso, teria que se esperar ainda pelo séc. XVIV, com a nomeação em Janeiro de 1811, de Francisco Barroso Pereira, para que a exploração das águas e o embelezamento de Vizela, tivesse um forte impulso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/bormanicusQC6.4.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115459624387180787?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115459624387180787/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115459624387180787' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115459624387180787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115459624387180787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/guas-termais-i-as-guas-termais-de.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115445912659157057</id><published>2006-08-01T19:35:00.000+01:00</published><updated>2006-08-02T20:04:37.126+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Igreja-Entrada-parque.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Igreja-Entrada-parque.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;S. João das Caldas de Vizela&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;É uma das duas freguesias que compõem a cidade de Vizela (a outra é S. Miguel das Caldas) cuja história se perde na bruma dos tempos, como nos refere Pinho Leal, no “Portugal Antigo e Moderno”, de 1873.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros estudiosos confirmam-no, dizendo que o nome da freguesia deriva do germânico – “&lt;strong&gt;Gomila”,&lt;/strong&gt; sendo provavelmente a partir do século V “&lt;em&gt;&lt;strong&gt; a Villa de Gumilanis”.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Mais tarde, já nos aparece com o nome  de S. João de Gominhães, por estar situada nas suas terras o nobre Paço de Gominhães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém e numa fase posterior, surge já identificada como S. João Baptista das Caldas de Vizela. Em 1188 e segundo o Livro de Doações, D. Sancho doou a um nobre chamado &lt;strong&gt;«vobis Johannis de&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Caldes»&lt;/strong&gt; “&lt;em&gt;um reguengo que a coroa tinha abaixo de S. Miguel das Caldas”,&lt;/em&gt; isto é, uma propriedade real, sendo no entanto quase impossível referir qual o local exacto do terreno doado aquele nobre. Sabemos, no entanto, que nas Inquirições de 1220, a freguesia era referida como “ &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Parochia de Sanctis Johannis de Caldes”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta freguesia, no Lugar da Cascalheira, na margem esquerda do Vizela, pouco antes da Ponte de Ferro (que poderia ser reabilitada…) funcionou a primeira Fábrica de Papel da Europa, embora alemães e franceses queiram para si a glória do invento.&lt;br /&gt;Mas não lhes cabe tal honra, como ficou amplamente demonstrado pelo ilustre vizelenses &lt;strong&gt;Dr.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Pereira Caldas&lt;/strong&gt;, numa memória especial: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vindificação da prioridade do fabrico do papel em&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;massa de madeira”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Foi esta fábrica fundada pelo nobre fidalgo Francisco Joaquim Moreira de Sá, dono da ilustre Casa de Sá, em Santa Eulália de Vizela. Esta Fábrica foi destruída pelos exércitos napoleónicos, sendo ainda possível, até há algum tempo atrás, ver alguns dos vestígios dessa destruição.&lt;br /&gt;E, mesmo a propósito se poderá dizer que a (é ainda Pinho Leal que nos informa…) “Villa (granja, quinta…) da Cascalheira, era já conhecida no século X, pois el-rei D. Ordonho a doou com aquele mesmo nome a D. Adosinda, sua dama predilecta que segundo a tradição, ali viveu e, em 964, a permutou, como nos relata o Livro da Mumadona, existente na Torre do Tombo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;JCF&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115445912659157057?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115445912659157057/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115445912659157057' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115445912659157057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115445912659157057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/08/s.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115433620329916822</id><published>2006-07-31T09:24:00.000+01:00</published><updated>2006-07-31T11:03:47.836+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 315px; CURSOR: hand; HEIGHT: 204px" height="220" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/205.jpg" width="340" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Direcção Geral de Edifícios e &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Monumentos Nacionais&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Porque é de todo o interesse...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Ponte Velha de Vizela, sobre o Rio Vizela. IPA – Monumento – N.º IPA 14020001 – Designação: Ponte velha de Vizela, sobre o Rio Vizela. Localização: Braga, Vizela, Caldas de Vizela (S.João): Acesso EN 105 (Guimarães-Sto.Tirso), EN 106 (para Penafiel, Caldas de Vizela, sobre o Rio Vizela, no lug. da Ponte Velha, liga a R. Pereira Reis à R. Ana de Sá, Fl99. Protecção – &lt;strong&gt;MN (Monumento Nacional), Dec.16.06.1910, DG&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;136 de 23 de Junho de 1910. &lt;/strong&gt;Enquadramento: Urbano. Zona de Caldas de Vizela que conserva ainda algumas características rurais mais já se encontra predominantemente urbanizada com casas, arruamentos, fabricas, a jusante das termas. Descrição: Ponte de tabuleiro quase horizontal com duas rampas de acesso, assente sobre três arcos redondos desiguais. As aduelas são estreitas e compridas com extradorso irregular. Tem contrafortes nos dois pilares entre os arcos. Os talhamares são triangulares e os talhantes rectangulares. Num dos pilares, acima dos contrafortes tem um olhal com arco de volta redonda. Tem guardas de cantaria de granito e pavimento com grandes lajes de granito. Utilização inicial: Ponte – Utilização actual: Ponte.  Propriedade –Pública Estatal. Época de construção : Período Romano e Medieval. Cronologia: Período Romano – Provável construção inicial; Período Medieval – Reconstrução da ponte, conferindo-lho o aspecto que hoje ostenta. Tipologia – Arquitectura civil pública, romana e medieval. &lt;strong&gt;Ponte de origem romana&lt;/strong&gt;, com reconstrução medieval, de arco, com tabuleiro quase horizontal com duas rampas de acesso, assente sobre três arcos desiguais.Características particulares – Apresenta um perfil muito irregular e os três arcos totalmente diferentes entre si. Conserva elementos da construção inicial romana, que servia uma importante via de ligação de Braga a Mérida. Dados técnicos – Estrutura autónoma – granito.Intervenção realizada – DGEMN, DSID: 1936/1937 – reparação e c0onsolidação das guardas, refechamento das juntas e limpeza da vegetação; 1961 – refechamento de juntas, reparação das guardas e limpeza da vegetação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115433620329916822?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115433620329916822/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115433620329916822' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115433620329916822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115433620329916822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/07/direco-geral-de-edifcios-e-monumentos.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115433359181238935</id><published>2006-07-31T09:04:00.000+01:00</published><updated>2006-08-05T16:36:14.010+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Igrejavelha.jpg.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Igrejavelha.jpg.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;S.Miguel das Caldas de Vizela&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;S. Miguel das Caldas é, juntamente com S. João das Caldas, uma das freguesias que compõem a cidade de Vizela, sede do Concelho com o mesmo nome. Situada na parte norte da cidade, é limitada a sul pelas freguesias de S. João das Caldas e Santo Adrião de Vizela, a nascente pela freguesia de Divino Salvador de Tagilde, a poente pelas freguesias de S. Martinho do Conde e S. Paio de Moreira de Cónegos e a norte pelas freguesias de Taboadelo e Santa Maria de Infias.É, ao que tudo indica e são vários os historiadores que o confirmam, uma das mais antigas freguesias da diocese de Braga, pois mesmo não tomando em linha de conta a ocupação pelos romanos que, ao sabemos, a ajuizar pelos vários legados que aqui e ali vão aparecendo, foi grandiosa e importantíssima, a freguesia de S. Miguel das Caldas aparece pela primeira vez referida num documento muito antigo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Decorria o ano de 607, era dos Suevos e o seu Rei, Teodomiro, mandou que se celebrasse um Concílio, que ficaria na história, como o Concílio de Lugo, para confirmação da fé cristã e essencialmente, para a divisão dos bispados. Pelo interesse que se reveste este documento, apresentamos aqui o texto original que principia assim: &lt;em&gt;«Tempore suevorum, Sub Era DCVII&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Theodomirus, Princeps Suevorum, Concilium in civitate Lugo fieri praecepit ad confirmandum Fidem Catholicam, vel pro diversis Eclesiae causis, etc. Episcopos contentio aliquantus fieret. Idem ad Cathedram Bracarensem, quae in vicino Sunt Centucaellas, Cotis, Milia, Luceto, Celiocis, Anosee ad portum, Agilio, Pandonis, Tauvis, Cetanio,&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Oculis,»&lt;/strong&gt; etc. A tradução, um tanto livre, poderá ser assim: &lt;em&gt;«Concílio que el-rei dos Suevos Teodomiro ordenou que se&lt;/em&gt; &lt;em&gt;celebrasse em Lugo para confirmar a fé Católica e outras coisas e causas pertencentes à Igreja. As paróquias foram divididas, ficando a Catedral Bracarense com as igrejas que lhe ficam vizinhas da seguinte forma: Sunt Centucaellas, Cotis, Milia, Luceto, Celiocis, Anosee ad portum, Agilio, Pandonis, Tauvis, Cetanio,&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Oculis,»&lt;/strong&gt; etc. O que nos prende a atenção é termo &lt;strong&gt;Oculis,&lt;/strong&gt; que conforme atesta Pinho Leal, no seu Portugal Antigo e Moderno de 1873 e mencionando J.C. Argote, é assim chamada em razão &lt;strong&gt;“&lt;span style="color:#006600;"&gt;d’uns olhos d’agua quente que nella&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;havia”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; O mesmo Argote nos diz que, no ano de 1014 (anos de Cristo) ou 1052 era dos Suevos, o Rei D. Afonso V, de Leão, assinara aqui várias doações, destacando – as assim: - &lt;strong&gt;«&lt;em&gt;in eclesiae&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sancti Michaelis in Oculis Calidarum»,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (ou seja duas palavras latinas: &lt;strong&gt;Oculis&lt;/strong&gt; = Olhos + &lt;strong&gt;Calidarum&lt;/strong&gt; = água quente. Olhos de Água Quente)&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115433359181238935?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115433359181238935/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115433359181238935' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115433359181238935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115433359181238935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/07/s.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115433197398262940</id><published>2006-07-31T08:43:00.000+01:00</published><updated>2006-08-01T09:39:49.833+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Ponte%20c??pia.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 333px; CURSOR: hand; HEIGHT: 236px" height="226" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Ponte%20c%3F%3Fpia.jpg" width="310" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Caldas de Vizela&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Ponte Romana&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Sobre o Rio Vizela, na estrada romana que ligava Braga a Astorga&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115433197398262940?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115433197398262940/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115433197398262940' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115433197398262940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115433197398262940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/07/caldas-de-vizela-ponte-romana-sobre-o.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31914864.post-115433097542865661</id><published>2006-07-31T08:25:00.000+01:00</published><updated>2006-08-01T20:15:27.793+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/1600/Ponte-romana.5.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/500/3479/320/Ponte-romana.4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;Ponte Romana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Caldas de Vizela&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Porque aquilo que pretendo fazer com a criação deste blog, mais não é, que a defesa e divulgação da minha &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2092/3422/1600/Ponte%20Velhinha.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;terra (Caldas de Vizela) nas suas várias vertentes; culturais, históricas, patrimoniais, arquitectónicas, paisagisticas, turisticas e religiosas, etc. achei por bem dar-lhe o nome do seu ex. libris e Monumento Nacional, assim catalogado desde 1910&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31914864-115433097542865661?l=romana1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://romana1.blogspot.com/feeds/115433097542865661/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31914864&amp;postID=115433097542865661' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115433097542865661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31914864/posts/default/115433097542865661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://romana1.blogspot.com/2006/07/ponte-romana-caldas-de-vizela-porque.html' title=''/><author><name>Júlio César Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00297593696330547200</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry></feed>
