Parque das Termas (I)
Porque cada vez mais, agora que o têxtil se vai
arredando da nossa região, se torna imperioso, essencial e absolutamente necessário relançar o turismo, nomeadamente o turismo termal, trazer a este espaço um local que está no âmago de cada vizelense e que todos gostariam de ver – efectivamente – revitalizado, quase se torna uma obrigação minha, [o que faço com muito gosto] esperando que os novos responsáveis por aquele espaço (Câmara Municipal de Vizela, após o protocolo assinado com a Companhia de Banhos de Vizela) dêem seguimento àquilo que foi prometido a todos os Vizelenses, quer na altura da assinatura do protocolo, quer depois em declarações à Comunicação Social
O parque das Termas em Caldas de Vizela, foi criado entre 1884 e 1886, pelo famoso horticultor portuense José Marques Loureiro, proprietário do Horto das Virtudes e pelo jardineiro paisagista Jerónimo Monteiro da Costa, autor dos Jardins Arca d`Água, do Carregal e de outros jardins da cidade invicta.
Como toda a gente sabe, o Parque actual [ainda] apresenta
sinais preocupantes de degradação, com a invasão de eucaliptos (que voltaram a nascer depois da grande "carecada" dada por ordem da C.B.V.), acácias, giestas e muitas ervas daninhas, (pese embora alguma limpeza - um tanto apressada - ) além das poluídas águas do Vizela, que assombram o bucolismo que se pretende para o local. Mas as arvores que José Marques Loureiro plantou há mais de 120 anos, atingiram um desenvolvimento luxuriante, emprestando ao local uma imponência e solenidade únicas. Poucos parques ou jardins existem com uma concentração tal de árvores gigantescas: Araucárias, Liriodendrons Tulifera, Liquidámbars, Querqus Ruber, Sequoias, Mangnólias Grandiflora e muitas outras espécies fazem deste “nosso” parque um local único de visita obrigatória.
Porque cada vez mais, agora que o têxtil se vai
arredando da nossa região, se torna imperioso, essencial e absolutamente necessário relançar o turismo, nomeadamente o turismo termal, trazer a este espaço um local que está no âmago de cada vizelense e que todos gostariam de ver – efectivamente – revitalizado, quase se torna uma obrigação minha, [o que faço com muito gosto] esperando que os novos responsáveis por aquele espaço (Câmara Municipal de Vizela, após o protocolo assinado com a Companhia de Banhos de Vizela) dêem seguimento àquilo que foi prometido a todos os Vizelenses, quer na altura da assinatura do protocolo, quer depois em declarações à Comunicação SocialO parque das Termas em Caldas de Vizela, foi criado entre 1884 e 1886, pelo famoso horticultor portuense José Marques Loureiro, proprietário do Horto das Virtudes e pelo jardineiro paisagista Jerónimo Monteiro da Costa, autor dos Jardins Arca d`Água, do Carregal e de outros jardins da cidade invicta.
Como toda a gente sabe, o Parque actual [ainda] apresenta
sinais preocupantes de degradação, com a invasão de eucaliptos (que voltaram a nascer depois da grande "carecada" dada por ordem da C.B.V.), acácias, giestas e muitas ervas daninhas, (pese embora alguma limpeza - um tanto apressada - ) além das poluídas águas do Vizela, que assombram o bucolismo que se pretende para o local. Mas as arvores que José Marques Loureiro plantou há mais de 120 anos, atingiram um desenvolvimento luxuriante, emprestando ao local uma imponência e solenidade únicas. Poucos parques ou jardins existem com uma concentração tal de árvores gigantescas: Araucárias, Liriodendrons Tulifera, Liquidámbars, Querqus Ruber, Sequoias, Mangnólias Grandiflora e muitas outras espécies fazem deste “nosso” parque um local único de visita obrigatória.





